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Empreendimento de escritórios do Colombo abre dentro de dois meses

A Sonae Sierra, um dos investidores do empreendimento de escritórios Torres Colombo, prevê que a inauguração da primeira torre ocorra dentro de um a dois meses. Muito em breve ficaremos com mais de 50% [do espaço] colocado , disse hoje Ana Guedes Oliveira, administradora da Sonae Sierra, numa apresentação à imprensa.

Miguel Prado miguelprado@negocios.pt 17 de Fevereiro de 2009 às 12:59
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A Sonae Sierra, um dos investidores do empreendimento de escritórios Torres Colombo, prevê que a inauguração da primeira torre ocorra dentro de um a dois meses. “Muito em breve ficaremos com mais de 50% [do espaço] colocado”, disse hoje Ana Guedes Oliveira, administradora da Sonae Sierra, numa apresentação à imprensa.

O projecto Torres Colombo é composto por duas torres de escritórios com 29 mil metros quadrados cada uma, distribuídos por 14 pisos. A primeira torre está praticamente concluída. A segunda só começará a ser construída depois das negociações que a Sonae tem em curso com um potencial inquilino. O grupo prevê que esta segunda torre de escritórios esteja concluída dentro de dois anos.

Contando com as consultoras Jones Lang LaSalle e Cushman & Wakefield na comercialização, a Sonae Sierra tem desde 2007 como parceiros de investimento a ING, a Caixa Geral de Depósitos e a Iberdrola Imobiliária. O empreendimento Torres Colombo envolve um investimento total de 90 milhões de euros.

“Estas torres têm uma rentabilidade que, não sendo extraordinária, é interessante para nós, investidores. Estamos muito contentes com o projecto”, disse Ana Guedes Oliveira.

A primeira torre já fechou contrato de arrendamento com a Fujitsu, que ocupará seis mil metros quadrados, distribuídos por três pisos. Segundo Mariana Seabra, directora do departamento de escritórios da Jones Lang LaSalle, estão actualmente em fase final de negociação com outras empresas outros cinco mil metros quadrados. A mesma responsável garantiu que as rendas praticadas neste projecto estão em linha com a média do mercado, com rendas mensais que variam entre 14 e 16,5 euros por metro quadrado.

Ana Guedes Oliveira salientou as preocupações que os promotores tiveram na eficiência energética das torres. “Esta torre foi constituída a pensar em reduções significativas do consumo de energia e água”, disse a administradora da Sonae Sierra. O edifício obteve a classificação B (a segunda melhor, dado que a escala vai de A a G) em eficiência energética.

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