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Há menos de 10% de escritórios disponíveis em Lisboa

No Parque das Nações essa disponibilidade é ainda mais reduzida: só existem 10 mil metros quadrados prontos para serem ocupados por empresas.

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António ML Cabral
Wilson Ledo wilsonledo@negocios.pt 31 de Janeiro de 2018 às 16:09
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É a primeira vez que a taxa de escritórios disponíveis para ocupar em Lisboa está abaixo dos dois dígitos. A perspectiva foi traçada pela consultora JLL esta quarta-feira, 31 de Janeiro. "Pela primeira vez passámos para um dígito", confirmou Mariana Rosa, responsável pela área de escritórios.


Nesta fase, a disponibilidade em Lisboa é de 8,6%. Há áreas mais críticas, como o Parque das Nações, abaixo dos 3% de escritórios ou 10 mil metros quadrados disponíveis. A área do Corredor Oeste (eixo A5 Lisboa-Cascais) é a única que se encontra acima da média, com 20,2%.


No ano passado, assistiu-se a uma absorção de 14% neste segmento, o que representou 186.800 metros quadrados ocupados. Foram sobretudo empresas de tecnologia, advogados e consultores a representar este movimento.


Existem actualmente cerca de 218.600 metros quadrados em construção, com esses projectos de escritórios a surgir a partir do segundo semestre deste ano.


Contudo, perante a tendência de empresas internacionais em instalarem-se em Portugal, a consultora encontra na promoção imobiliária o caminho para fazer face a este cenário de escassez de oferta.


Pedro Lancastre, director-geral da JLL, propõe que o Estado (ou a autarquia lisboeta) possam lançar um programa de captação de investimento, do género "compra agora, paga depois", para captar mais promotores imobiliários.

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