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Hotéis de quatro e cinco estrelas continuam a liderar o mercado em 2008

O mercado das unidades hoteleiras de quatro e cinco estrelas vão liderar o mercado em 2008, essa é a previsão do estudo realizado pela Cushman & Wakefield Healey & Baker (C&W H&B), em linha com a segmentação actual do mercado.

Ana Torres Pereira atp@negocios.pt 02 de Março de 2005 às 13:47

O mercado das unidades hoteleiras de quatro e cinco estrelas vão liderar o mercado em 2008, essa é a previsão do estudo realizado pela Cushman & Wakefield Healey & Baker (C&W H&B), em linha com a segmentação actual do mercado.

Segundo o «Portugal Marketbeat Primavera 2005», os hotéis de quatro e cinco estrelas atingirão uma quota de 44% e 28,5% respectivamente, contra os 48% (quatro estrelas) e 22% (cinco estrelas) actuais.

A C&W H&B, com suporte em dados publicados, refere que até 2010 o mercado nacional terá mais 36 hotéis, o que representa mais 4.467 quartos, atingindo nesse ano 132 hotéis e 17.635 quartos.

Quanto ao investimento nesta área, o estudo constata que «2004 caracterizou-se pela quase ausência de negócios», havendo apenas a excepção da venda do Grupo Accor Amorim de unidades da marca Ibius, Novohotel e Mercure à Pontegadea, companhia detida pelo presidente da Inditex.

Em curso existem algumas transacções de unidades de quatro e cinco estrelas, nas regiões do Algarve, Madeira e Lisboa. «No entanto, os preços pretendidos estão claramente acima dos valores de mercado», acrescenta a mesma fonte.

Em 2005, a consultora imobiliária espera que o diferencial de preços entre compradores e vendedores venha a reduzir, facilitando assim a realização de algumas transacções.

Em suma, «o mercado de investimento hoteleiro em Portugal não oferece perspectiva positiva para o futuro próximo».

Quanto a indicadores de rentabilidade na capital, o estudo diz que a evolução da hotelaria em Lisboa entre 1992 e 2004 «caracterizou-se por uma perda efectiva de valor da maioria das unidades hoteleiras», à excepção de 2004 devido ao Campeonato Europeu de Futebol.

«É expectável que Lisboa venha a entrar definitivamente numa fase de diminuição, o tempo dirá se limitada ou acentuada do RevPar (Preço médio quarto disponível). Em 2005 prevê se que o crescimento do RevPar em Lisboa seja inferior à media das cidades europeias.

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