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Juros no crédito à habitação diminuem em Março

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação fixou-se, no mês de Março, em 3,705%, uma descida de 0,019 pontos percentuais face ao mês anterior, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE). O valor médio por contrato do

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 29 de Abril de 2005 às 11:00
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A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação fixou-se, no mês de Março, em 3,705%, uma descida de 0,019 pontos percentuais face ao mês anterior, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE). O valor médio por contrato do capital em dívida registou um aumento mensal de 124 euros e a prestação vencida manteve-se estável.

Segundo a mesma fonte, a taxa implícita nos novos contratos (celebrados nos últimos três meses) registou uma quebra mensal de 0,070 pontos percentuais tendo-se situado em 3,361%. A taxa implícita nos contratos celebrados nos últimos seis meses diminuiu 0,055 pontos percentuais, fixando-se em 3,304% e a referente aos contratos celebrados nos últimos 12 meses caiu 0,057 pontos percentuais fixando-se em 3,334%.

A quebra mensal ocorrida na taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação em vigor reflectiu-se no Regime Geral, com a taxa a situar-se em 3,489%, traduzindo uma diminuição de 0,023 pontos percentuais enquanto no Regime Bonificado, cuja taxa se fixou em 4,099%, registou-se um acréscimo de 0.001pontos percentuais, explica o comunicado.

A mesma fonte acrescenta que a taxa de juro implícita nos contratos do Regime Bonificado Jovem teve uma redução de 0,006 pontos percentuais face ao mês de Fevereiro de 2005, «em resultado da redução de ambas as componentes».

A quebra mensal da taxa de juro implícita no conjunto dos contratos em vigor reflectiu-se nos três destinos de financiamento considerados: «Aquisição de terreno para construção de habitação», «Construção de habitação» e «Aquisição de habitação», com as respectivas taxas implícitas a situarem-se em 3,217%, 3,676% e 3,712%, respectivamente. Nos contratos celebrados nos últimos três meses a quebra mensal também se reflectiu nos três tipos de financiamento.

O valor médio por contrato do capital em dívida registou um aumento mensal de 124 euros para os 46.945 euros por contrato e a prestação vencida situou-se em 271 euros, mantendo-se estável face a Fevereiro.

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