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Licenças de edifícios cai em Fevereiro mas atenua tendência decrescente

O número de edifícios licenciados pelas câmaras municipais caiu 2,6% em Fevereiro, em termos homólogos, atenuando a tendência decrescente do indicador verificado nos últimos meses.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 08 de Abril de 2005 às 11:00

O número de edifícios licenciados pelas câmaras municipais caiu 2,6% em Fevereiro, em termos homólogos, atenuando a tendência decrescente do indicador verificado nos últimos meses.

Quanto a regiões NUTS II, apenas quatro apresentaram variações médias positivas, sendo os Açores que mais contribuiu com 11,6%, seguido de Lisboa, Algarve e Alentejo, segundo os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Do total de edifícios licenciados em Fevereiro de 2005, 77% referiram-se a construções novas, dos quais 83,3% destinados à habitação familiar. No período de Março de 2004 a Fevereiro de 2005, 74,8% do total de edifícios licenciados em Portugal corresponderam a construções novas, dos quais 82,8% destinadas à habitação familiar, de acordo com a mesma fonte.

O número total de edifícios licenciados em construções novas para habitação familiar registou, nos últimos doze meses e face ao período homólogo anterior, uma variação média negativa de 5,2%.

Quanto a regiões de nível NUTS III (quanto maior o nível, mais pequenas são as regiões), as que registaram valores mais elevados foram o Baixo Alentejo, com 16,5%, e o Alentejo Central, com 13,9%, contrariando as quedas das regiões de Entre Douro e Baixo Vouga, que caíram 25,5% e 23%, respectivamente.

Em Portugal, o número total de fogos licenciados em construções novas para habitação familiar apresentou, nos últimos doze meses e face ao período homólogo anterior, uma variação média negativa de 5,8%, atenuando-se o comportamento decrescente deste indicador, segundo o INE.

Por NUTS II, apresentaram variações médias positivas as regiões da Madeira, com 36,4%, seguido pelo Alentejo, Açores e Algarve, as restantes regiões registaram variações negativas.

Entre as NUTS III, a variação média dos últimos doze meses registou o valor mais elevado na região da Beira Interior Sul, com 41,4%, e o valor mais baixo na região do Entre Doura e Vouga, com 35% negativos.

O número médio de fogos por construção nova licenciada para habitação familiar registou o valor mais elevado na região do Grande Porto, com 4,8, muito acima do valor médio do país de 2,3, segundo o INE.

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