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Receitas de hotelaria aumentam 7% nos primeiros 11 meses de 2004

As receitas dos estabelecimentos hoteleiros aumentaram 7% nos primeiros 11 meses do ano passado, totalizando 1,49 mil milhões de euros, segundo um relatório hoje divulgado pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 10 de Janeiro de 2005 às 11:00
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As receitas dos estabelecimentos hoteleiros aumentaram 7% nos primeiros 11 meses do ano passado, totalizando 1,49 mil milhões de euros, segundo um relatório hoje divulgado pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

Em Novembro os proveitos totais do sector hoteleiro registaram uma variação homóloga negativa de 2%, atingindo os 83,1 milhões de euros. Os proveitos de aposento registaram um aumento de 0,5%, face ao mesmo mês do ano anterior, fixando-se em 53,1 milhões de euros.

Em valores acumulados dos primeiros 11 meses, os proveitos de aposento atingiram 1,02 mil milhões de euros e os proveitos totais foram de 1,49 mil milhões de euros.

«Analisando o comportamento destas variáveis em termos acumulados, verifica-se que quer os proveitos de aposento, quer os proveitos totais registaram, no período entre Janeiro e Novembro, aumentos de 9,3% e 7%, respectivamente, quando comparados com o período homólogo», segundo o INE.

As dormidas nos estabelecimentos hoteleiros aumentaram 1,2% em Novembro face ao período homólogo, impulsionada pela subida das dormidas dos não residentes

 

Os estabelecimentos hoteleiros registaram cerca de 1,9 milhões de dormidas no mês em análise, o que representa um aumento de 1,2% face a igual período do ano anterior. Entre Janeiro e Novembro a evolução também foi positiva, com uma subida de 0,5% em termos homólogos.

As subidas foram registadas na Região Autónoma dos Açores, com um avanço de 13,7% e em Lisboa com um aumento de 10,4%, as restantes regiões observaram variações negativas, segundo a mesma fonte.

Por tipo de estabelecimento, os hotéis, os hotéis-apartamentos, os apartamentos turísticos e as pensões concentraram 92,5% do total das dormidas observadas.

Quanto à origem dos turistas, 34,3% do total das dormidas ocorridas em Novembro de 2004, foram realizadas por residentes e as restantes 65,7% por turistas não residentes. Face a Novembro de 2003, as dormidas dos residentes em Portugal registaram uma diminuição de 4,5% e as dormidas dos não residentes registaram aumentos de 4,5%, de acordo com o INE.

Os residentes no Reino Unido, na Alemanha, nos Países Baixos, em Espanha e na França representaram 44,6% do total das dormidas.

O Algarve e a Região Autónoma da Madeira foram as regiões que registaram o maior número de dormidas de não residentes, com 34,3% e 28,6%, respectivamente.

«Embora o aumento verificado no número de dormidas, registou-se um ligeiro decréscimo do número de hóspedes de 0,1%», segundo o INE, onde apenas se registou aumentos em Lisboa, com um avanço de 13%, e na Região Autónoma dos Açores, com uma variação positiva de 11,5%.

A taxa de ocupação-cama caiu 1,0 pontos percentuais (p.p.) em Novembro face ao mesmo mês do ano anterior, situando-se em 27,1%. Em relação o tempo médio de estadia, a Madeira e o Algarve mantêm-se com as taxas mais altas, de 5,7 e de 5,1 noites, respectivamente.

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