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CIP: Adesão à greve geral foi "inexpressiva" nas empresas privadas

A Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) afirmou hoje que a adesão à greve geral, convocada pela CGTP, foi "inexpressiva" nas empresas privadas, considerando que significa que as pessoas "reconhecem que o País precisa de trabalhar e de produzir".

Lusa 14 de Novembro de 2012 às 19:06
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"A adesão à greve na iniciativa privada foi inexpressiva: as empresas mantiveram a produção, satisfizeram encomendas e criaram riqueza", disse hoje à Lusa fonte oficial da associação patronal.

Contactada pela Lusa, a associação liderada por António Saraiva (na foto) precisou que "em alguns casos, a adesão à greve não foi superior ao absentismo normal nesta época do ano". "O facto da adesão à greve na iniciativa privada ter sido inexpressiva não significa que as pessoas estejam satisfeitas com a situação actual. Significa apenas que reconhecem que o País precisa de trabalhar e produzir, para crescer e superar as dificuldades actuais", declarou.

A CIP defendeu "um acordo social alargado, com objectivos e metas claras que apontem a via do crescimento económico, como condição para manter e criar emprego, promover investimento produtivo e assegurar distribuição de riqueza".

A CGTP marcou a greve geral por estar a decorrer no Parlamento a discussão na especialidade da proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2013 e para reclamar políticas alternativas que favoreçam o crescimento económico do país.

Apesar de a UGT não ter aderido à greve geral por considerar que esta é motivada por razões político-partidárias, as suas estruturas sindicais emitiram pré-aviso de greve para hoje, em protesto contra as medidas de austeridades previstas na proposta de OE para 2013 e também para aderir a uma jornada de luta que a Confederação Europeia de Sindicatos (CES) convocou para esta data.

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