UE prepara-se para forçar limites de compras à China. Protecionismo volta a marcar “agenda”
A Comissão Europeia quer apertar o cerco à importação de componentes essenciais para indústria química e de maquinaria da China. O plano para forçar fabricantes europeus a diversificar fornecedores, com “quotas mínimas” poderá avançar em junho. Do outro lado do mundo, também a Austrália aperta o cerco a investidores chineses em empresa de terras raras.
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Bruxelas planeia obrigar as empresas europeias a comprar componentes essenciais de indústrias descritas como chave pelo menos a três fornecedores diferentes, numa tentativa de reduzir a dependência do bloco relativamente a grande produtores mundiais, a começar pela China, escreve, esta segunda-feira, o Financial Times.