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Alberto da Ponte nega estar definida redução de trabalhadores na RTP

O presidente da RTP, Alberto da Ponte, sublinha ao “Expresso” que “ainda não existe” um plano de reestruturação, apenas “uma intenção”. E, por isso, nega que estejam definidos despedimentos.

Negócios 25 de Janeiro de 2013 às 16:05
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Alberto da Ponte afirmou que “ainda não existe” um plano de reestruturação para a RTP. “O que há é uma intenção de um plano de reestruturação”, sublinhou ao “Expresso”.

 

Quanto ao número de redução de postos de trabalho, Alberto da Ponte recusa avançar com qualquer número, recusando apenas que esteja a ser ponderado despedir cerca de 300 pessoas no Porto, isto porque isso implicaria o fecho do centro de produção.

 

O “Diário Económico” avançou na quinta-feira com a informação que o Governo estava a preparar um corte de 620 funcionários, dos quais 323 no Porto. Este último número “é uma impossibilidade técnica já que implicaria fechar o centro de produção do norte”, afirmou Alberto da Ponte.

 

O presidente do conselho de administração da RTP adiantou que “não há decisões tomadas, ainda nada está fechado. Vamos privilegiar o diálogo com as estruturas que representam os funcionários”, sendo que “tudo o que faremos será negociado e preferimos que as rescisões sejam amigáveis.”

 

Miguel Relvas, ministro Adjunto dos Assuntos Parlamentares, anunciou na quinta-feira que a privatização ou concessão da RTP foi adiada, adiantando que vão avançar com um processo de reestruturação e modernização da empresa de media portuguesa. Para isso, o Governo vai canalizar 42 milhões de euros.

 

Alberto da Ponte acrescentou esta sexta-feira que o montante disponibilizado não será apenas para rescisão. O “Expresso” avançava ontem que o montante disponível para rescisões é de 30 milhões de euros.

 

Miguel Relvas, apesar de se recusar a falar de despedimentos, afirmou na entrevista à RTP que o processo de reestruturação e modernização da RTP “vai ser ambicioso, exigente e muito doloroso”, adiantando que “não é possível que a RTP tenha a dimensão que hoje tem. A RTP não está num quadro diferente” dos outros meios de comunicação.

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