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Miguel Relvas: “Este plano é feito para poder salvaguarda uma RTP pujante”

A RTP “tem de se adaptar” à realidade e o Governo não pode continuar a comparticipar a estação de televisão. Tendo como este um ponto assente, Miguel Relvas defende que o plano de reestruturação da RTP tem como objectivo salvaguardar a estação de televisão.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 13 de Março de 2013 às 11:38
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O plano de reestruturação, desenvolvido pela administração da RTP e apresentado a Miguel Relvas, “é feito para poder salvaguarda uma RTP pujante e ambiciosa”, afirmou o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares durante a audição que decorre esta quarta-feira, dia 13 de Março, na Comissão para a Ética, a Cidadania e a Comunicação.

 

Desta forma está-se a “criar condições para que a RTP, com 140 milhões de euros da taxa de audiovisual e receitas de 40 milhões de euros, possa atingir os seus objectivos”, explicou, depois de ter reiterado que, no próximo ano, a RTP vai perder a indemnização compensatória que era disponibilizada através do Orçamento do Estado e que será, este ano, de 43 milhões de euros.

  

“O que estamos a fazer é um plano que visa uma gestão mais adequada com a realidade” que se vive no país e a “empresa tem de se adaptar a essa realidade”, sublinhou.

 

O que se quer é que a RTP ofereça um “serviço público com rigor e qualidade aos serviços dos portugueses onde quer que estejam.”

 

A estação da televisão precisa de “procurar novas receitas, maximizando as fontes já existentes”, precisa de implementar uma “reforma tecnológica, operacionalizar os arquivos a par das melhores práticas”, além de ser necessário “racionalizar a sua estrutura orgânica”, afirmou o governante. Além de tudo isto, “o Governo, como accionista, determinou que a RTP encontre um parceiro que seja capaz de garantir um salto tecnológico.”

 

“Nas horas difíceis que passamos não é mais possível que seja retirada uma parcela do Orçamento do Estado” para destinar à RTP. “Se tal sucedesse seria incompreensível para os portugueses a quem tanto se pede.”

 

“É importante não esquecer que o panorama audiovisual português enfrenta um período conturbado. É também missão da RTP ser referência de boas práticas”, salientou o ministro.

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