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"Ou nos demitimos ou somos demitidos". E Alberto da Ponte promete rebater a demissão

"Vamos rebater, um por um, os argumentos do Conselho Geral" para propor a destituição do conselho de administração da RTP, avisou Alberto da Ponte.

Bruno Simão/Negócios
Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 16 de Dezembro de 2014 às 16:43
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Alberto da Ponte vê duas hipóteses pela frente para o conselho de administração da RTP, que o próprio lidera. "Ou nós nos demitimos ou somos demitidos", disse, à margem da audição que teve na comissão parlamentar de Ética desta terça-feira, 16 de Dezembro.

 

E, na eventualidade de ser demitido, como proposto pelo recém-criado Conselho Geral Independente, o presidente da RTP promete luta. "Vamos pronunciar-nos por escrito e rebater, um por um, os argumentos do Conselho Geral". Essa argumentação será demonstrada, prometeu, "de uma maneira muito clara".

 

Na sequência do chumbo do projecto estratégico, o Conselho Geral Independente propôs a destituição da equipa de administração da RTP. O Governo, representante do accionista único Estado, aceitou marcar uma assembleia-geral para a decisão. "Não há fundamentos para a proposta de destituição", remata Alberto da Ponte.

 

"O conselho de administração tomará toda a atitude que tiver de tomar para defender a honra e a sua reputação", afirmou ainda o presidente do canal público de televisão.

 

Alberto da Ponte disse aos jornalistas ter "muita pena" de todo o processo. "Tenho muita pena porque a principal sofredora é a RTP. Quem o iniciou desta maneira tão desmesurada não pensou naquilo que devia ter pensado: a RTP".

 

O presidente do conselho de administração quis frisar ainda que o Conselho Geral Independente é um órgão social do grupo estatal que também de defender pelo seu bom nome. "O que não aconteceu", acusou.

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