Media Pedro Santos Guerreiro assume direcção do Expresso e Ricardo Costa da SIC

Pedro Santos Guerreiro assume direcção do Expresso e Ricardo Costa da SIC

Ricardo Costa vai liderar a informação da Impresa mas vai concentrar-se na SIC. Terá ao seu lado na Impresa Alcides Vieira e Henrique Monteiro. Pedro Santos Guerreiro dirige o Expresso e João Garcia continua na Visão.
Pedro Santos Guerreiro assume direcção do Expresso e Ricardo Costa da SIC
Miguel Baltazar/Negócios

Pedro Santos Guerreiro vai ser o novo director do Expresso. O jornalista, que actualmente ocupa o cargo de director-executivo, vai substituir Ricardo Costa, que a partir de dia 6 de Março vai passar a ser director-geral de informação da Impresa. Além desse cargo, o antigo director do semanário vai ser também o director da SIC. Mas há mais mudanças na estrutura editorial da Impresa.

 

Na nova direcção de informação da Impresa, que não existia até aqui e que vai agrupar todas as publicações do grupo, Ricardo Costa é o director-geral, juntamente com Alcides Vieira e Henrique Monteiro, que serão seus adjuntos.

 

O até aqui director de informação da SIC, Alcides Vieira, vai assumir a responsabilidade sobre "a média e grande reportagem de televisão, programas de informação não-diária, novos formatos de vídeo para TV/net/mobile, operações editoriais conjuntas TV/publishing, distribuição-vídeo e novas plataformas, projectos de realidade virtual, novos estúdios de informação e futuras instalações conjuntas". Em relação a este último ponto, neste momento, o grupo Impresa encontra-se em Laveiras, com o Expresso, e em Carnaxide, com a SIC. 

 

Por sua vez, Henrique Monteiro, que já foi director do Expresso, é adjunto da direcção-geral de informação com as funções de responsabilidade sobre "os novos produtos digitais, gestão de oferta dos sites, redes sociais/messaging, newsletters/podcasts, convergência tecnológica das redacções, relação com software factory, assinaturas ‘publishing’ e núcleos de fotografia, grafismo e infografia".

  

Bernardo Ferrão regressa à SIC, Guedes de Carvalho abandona direcção


Além de estar à frente da direcção-geral de toda a informação publicada na Impresa, Ricardo Costa vai ser o director da SIC. José Gomes Ferreira fica como director-adjunto (era já subdirector) sendo que Bernardo Ferrão e Pedro Cruz são os novos subdirectores. Ferrão era, até aqui, editor de política do Expresso mas vai regressar à estação onde já trabalhou. Pedro Cruz era sub-coordenador na SIC Notícias. De saída da direcção de informação de Carnaxide está Rodrigo Guedes de Carvalho, que é também uma das caras do canal.  

 

No Expresso, a equipa mantêm-se praticamente com as mesmas pessoas mas em diferentes cargos. Pedro Santos Guerreiro, que ingressou no grupo Impresa em 2013, depois de ter passado pela direcção do Jornal de Negócios, sobe a director. Martim Silva transita de editor para director executivo. João Vieira Pereira, Miguel Cadete e Nicolau Santos mantêm-se como os directores-adjuntos, sendo que Marco Grieco continua como director de arte. 

 

A equipa da Visão continua com João Garcia como director e Mafalda Anjos e Rui Tavares Guedes como adjuntos.

 
As recentes modificações na Impresa

Segundo o comunicado da Impresa, todas as modificações têm lugar a 6 de Março. É neste dia em que também se confirma a nomeação de Francisco Pedro Balsemão, que vai substituir Pedro Norton. Esta semana já tinha sido anunciada a saída de Luís Marques do grupo, onde ocupava as funções de director de operações (COO) da parte editorial da Impresa. Martim Avillez Figueiredo, COO do grupo para a área comercial, também saiu do grupo esta semana.

Ao nível editorial também têm sido feitas alterações na dona da SIC, que em Outubro deixou de contar com António José Teixeira como director da SIC Notícias. A jornalista Ana Lourenço também saiu recentemente da empresa.

Segundo o comunicado, "a Impresa pretende responder de forma ágil aos desafios imediatos do sector, marcados por profundas alterações tecnológicas e de consumo, e preparar as redacções para uma progressiva convergência operacional que culminará num edifício único. Neste processo, as operações digitais terão que ganhar relevo, sem pôr em causa a independência e as linhas editoriais do Expresso, SIC e Visão".

 

 

 




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