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Circulação digital do Negócios aumenta

No primeiro bimestre a circulação digital do Negócios sobe e a impressa desce.

Negócios oferece edição especial sobre o Orçamento
Negócios negocios@negocios.pt 30 de Abril de 2014 às 22:03
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O Negócios registou uma quebra de cerca de 10% na circulação total nos primeiros dois meses de 2014 quando se compara com igual período do ano anterior, de acordo com dados da APCT. Uma redução que é explicada apenas pela redução na circulação impressa paga, uma vez que a circulação digital subiu.

 

A circulação digital paga foi de 2.307, registando-se um aumento de 67% face aos dois primeiros meses do ano passado. A circulação impressa foi da ordem dos 6.800 exemplares, menos 23% do que na média de Janeiro e Fevereiro de 2013.

 

O Diário Económico registou um decréscimo de 1% na circulação total paga neste período, para 12.936 exemplares. O Oje cresceu 2% para 32.446 exemplares.

 

Nos restantes títulos de informação económica, nota para o crescimento de 5% registado pela revista Exame, para 22.373 exemplares. A Executive Digest manteve-se na casa dos 13.600 exemplares e a Marketeer na casa dos 16.700. Já a Vida Económica desce 12% para 7.759 exemplares.

 

Nos meios de informação geral, o Correio da Manhã (propriedade do grupo Cofina, como o Negócios) mantém a liderança com 115.165 exemplares, apesar da quebra de 3% neste período. O Jornal de Notícias registou uma queda de 6% para 64.503 exemplares, o Diário de Notícias de 31% para 17.478 exemplares e o I de 29% para 3.732. O Público cresceu 1% para 29.055 exemplares.

 

Nos semanários, o Expresso desceu 8% para 89.625 exemplares. O Sol registou uma quebra de 11% para 24.339. As vendas da Sábado (também do grupo Cofina) desceram 16% para 54.115 exemplares e as da Visão recuaram 11% para 75.624 exemplares. 

 

Notícia corrigida dia 29 de Junho de 2014 com alteração do título, lead e primeiro e segundo parágrafos, na sequência da divulgação dos dados da APCT relativos aos primeiros quatro meses. Os números relativos ao primeiro bimestre da circulação impressa paga do Negócios foram alterados traduzindo-se numa quebra das assinaturas em papel e não num aumento como inicialmente noticiado. Aos leitores deixamos o nosso pedido de desculpas. 

 

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