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Volume de negócios nos hotéis algarvios desce 1,9% em Julho

O volume de negócios nas unidades de alojamento do Algarve apresentou uma queda média nominal de 1,9% no mês de Julho, com as taxas de ocupação a descerem, sobretudo nos hotéis de cinco estrelas.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 06 de Agosto de 2003 às 15:27
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O volume de negócios nas unidades de alojamento do Algarve apresentou uma queda média nominal de 1,9% no mês de Julho, com as taxas de ocupação a descerem, sobretudo nos hotéis de cinco estrelas.

Num comunicado a Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) diz que a taxa de ocupação média/quarto, em Julho, desceu 2 pontos percentuais, para 81,1%. A taxa de ocupação global média/cama caiu 1 ponto percentual para 74,8%. A associação não refere o volume de negócios total, referindo apenas a variação homóloga.

Por zonas geográficas a única subida registou-se na região da Faro, Tavira e Monte Gordo, verificando-se quebras nas taxas de ocupação em Carvoeiro, Armação de Pêra, Lagos, Sagres, Portimão e Praia da Rocha.

Os dados avançados pela AHETA permitem concluir que os empreendimentos de luxo estão a ser os mais afectados, o que não será alheio à retracção da economia mundial, com os turistas a optarem por férias mais baratas.

As taxas de ocupação nos aldeamentos e apartamentos turísticos de cinco e quatro estrelas desceram 8,5 pontos percentuais, enquanto nos hotéis de cinco estrelas a quebra foi de 4,6 pontos percetuais.

Pelo contrário, a única subida, de 0,4 pontos percentuais, verificou-se nos hotéis e aparthotéis de três estrelas.

«os aldeamentos e a apartamentos turísticos de três e duas estrelas foram aqueles que registaram a taxa de ocupação mais alta (84,9%), enquanto que a mais baixa ocorreu nos hotéis de cinco estrelas, com 61%», diz a AHETA.

Por nacionalidades os britânicos representaram 32,6% das dormidas totais no Algarve, seguidos dos portugueses com 21,7% (menos 1,5% que em Julho anterior) e dos alemães com 11,5%.

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