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Os nichos "gourmet" devem ser uma das grandes apostas na internacionalização da economia portuguesa,defende a Saer

Negócios negocios@negocios.pt 26 de Janeiro de 2012 às 12:00
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Internacionalização
Agroalimentar e "gourmet"

O sector agroalimentar, particularmente os nichos 'gourmet', devem ser uma das grandes apostas na internacionalização da economia portuguesa, com destaque para o azeite, vinhos, conservas e derivados do tomate, defende a SaeR.

Segundo o relatório de Dezembro da Sociedade de Avaliação de Empresas e Risco (SaeR), ontem apresentado, a nível mundial "o sector agroalimentar 'gourmet' tenderá a crescer, em média, 2,3% ao ano nos próximos cinco anos", já que "estudos internacionais apontam para que seja relativamente imune à crise financeira e económica internacional".

"Este nicho, constituído por consumidores de rendimentos mais elevados, não tem reduzido as suas compras; pelo contrário, regista-se um aumento considerável da procura de bens 'topo de gama', desde o azeite ao vinho, conservas e preparados de sofisticação elevada, pastelaria de requinte, etc", refere.

Representando actualmente o sector agroalimentar 13 % do total nacional, a SaeR defende que "este desempenho pode ser substancialmente reforçado se forem conjugados esforços de articulação". "O segmento de mercado 'gama média/alta' tenderá a manter os níveis de consumo nos mercados tradicionais e a crescer nos grandes mercados dos BRIC (particular ênfase na China e Índia), onde emerge uma classe média com elevado poder de compra e elevadíssima propensão ao consumo de produto estrangeiro", lê-se no relatório da SaeR. "Paralelamente - acrescenta - os nichos 'gourmet' estão em crescente expansão em todos os mercados BRIC, nos EUA e Canadá, bem como nos países europeus".

Para a SaeR, a aposta de Portugal neste sector deve passar pelos produtos derivados do tomate (incluindo tomate para a indústria, azeite, vinhos de mesa e vinhos fortificados, conservas de fruta, lacticínios de prestígio, enchidos e, ainda, por "todo o sector das bebidas (nomeadamente sumos de fruta e águas minerais) e 'pastelaria de prestígio'". Lusa






Ervideira degustada lá fora

A empresa vitivinícola Adega Ervideira, de Évora, registou no ano passado um crescimento da facturação de 3,1%, apesar da crise no mercado nacional, devendo-se este aumento à subida de 10% das exportações.

"O crescimento da exportação foi ligeiramente superior a 10%, o que mais do que contrabalançou as quebras do mercado nacional que foram transversais a todas as marcas", realçou o director-geral da Adega Ervideira, Duarte Leal da Costa.

A empresa vitivinícola divulgou ontem os números relativos a 2011, que se revelou "um ano particularmente duro, com avanços e recuos, alterações de estratégia política, que trouxeram indefinições ao consumidor".

A Adega Ervideira "fechou as suas contas com um crescimento de facturação de 3,1%", uma ligeira subida, mas à qual Duarte Leal da Costa não retira importância. Lusa






Indústria
Filkemp cresce com ajuda da China

A Filkemp, S.A., fabricante de monofilamentos de Mem Martins, cresceu 18% em 2011, alcançando um volume de negócios total de 18 milhões de euros.

A aposta no mercado chinês, que representa mais de 30% das vendas totais, foi decisiva para o sucesso dos últimos anos. "Muitas empresas portuguesas têm medo de exportar para a China por não se acharem competitivas, mas o mercado oferece tantas oportunidades", comenta Wolfgang Kemper, presidente da empresa.

Em 2006 a Filkemp iniciou a produção de monofilamentos PET para telas secadoras da indústria de papel na China.






Porto concessiona quiosques

A Câmara do Porto recebeu 93 propostas para atribuição do direito de ocupação e exploração de 13 quiosques municipais, adiantou ontem à Lusa fonte da autarquia.

O concurso público foi lançado em Novembro e, neste momento, o relatório do júri aguarda "homologação", afirmou o gabinete de comunicação do município, acrescentando que "só depois serão notificados os concorrentes da decisão final".

O valor base de licitação estipulado para a atribuição do direito de ocupação e exploração de cada quiosque era igual ao valor devido mensalmente (25 euros).

O quiosque municipal que recebeu mais propostas de exploração (19) foi o da rua da Madeira. Também os da praça da Batalha, praça Carlos Alberto, rua da Restauração/Campo Mártires da Pátria e rua Santo Ildefonso tiveram elevado número de interessados, com 15, 13, 9 e 8 propostas, respectivamente.


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