Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Um "site", um livro, uma revista

A palavra crise anda na boca do mundo.

Negócios negocios@negocios.pt 30 de Setembro de 2010 às 10:25
  • Partilhar artigo
  • ...
Um "site"
A crise numa livraria



O managementhelp é uma espécie de páginas amarelas onde pode encontrar informação diversificada sobre a gestão de crises.




















A palavra crise anda na boca do mundo. E em função dela, assumiu também predominância a procura de soluções para a gerir. Um bom site para encontrar respostas às muitas inquietações que a crise fez emergir, em particular a nível empresarial, é o managementhelp.org, uma livraria que disponibiliza de forma gratuita reflexão académica sobre a gestão de crise.

O site oferece diversas perspectivas sobre esta temática. Desde a gestão proactiva, como forma de antecipar os cenários de crise, até à forma de lidar com ela, quando não é possível preveni-la, de forma a minimizar os riscos. Neste caso, existem ainda tarefas importantes a desenvolver no sentido de recuperar os danos causados por uma eventual crise, junto da opinião pública e dos accionistas.

Em managementhelp, é possível encontrar perspectivas variadas sobre a crise. Entre eles refira-se, a título de exemplo, tópicos como "quando o inesperado acontece", "10 passos para comunicar uma crise" e "simulação de uma crise".

O site dispõe ainda de uma área de livros recomendados e tem associados um conjunto de blogs onde é possível encontrar informação específica, seja sobre liderança, planeamento estratégico ou gestão de carreiras.



Um Livro
A comunicação verde



A consciência verde está a mudar as regras do marketing. Uma tendência que é analisada por Carolina Afonso, no livro “Green target”.





















"Pecunia non olet" terá sentenciado o imperador romano, Nero, para justificar a criação de uma taxa sobre a distribuição de urina. A frase, o dinheiro não tem cheiro, ficou na história, e pode muito bem ser reutilizada, com um novo remate: o dinheiro não tem cheiro, mas tem cor.

A frase, assim reformulada, aplica-se ao livro "Green target - as novas tendências do marketing" da autoria de Carolina Afonso. Com os cidadãos cada vez mais despertos para os temas ambientais, "a procura mundial está a atribuir um valor cada vez mais elevado a produtos que utilizem os recursos mais eficientemente. Esta oferta, por sua vez, irá traduzir-se num factor de diferenciação face à concorrência, dotando a empresa de uma fonte de vantagem competitiva", alerta Cristina Afonso.

Mas, além de conceber o produto, é também decisivo comunicar a sua existência. E é aqui que entra o marketing, cabendo aos 'markteers' - como sublinha a autora - "conceber uma oferta diferenciadora que seja capaz de satisfazer a procura de um mercado crescente e que atribui maior valor a produtos 'amigos do ambiente'".

O pressuposto de que o marketing verde tem retorno empresarial é sustentado no livro através de dois casos de estudo: o do Toyota Prius e do programa de eficiência energética da EDP.



Uma Revista
Vidas novas



A “Isto é Dinheiro” faz capa com Antonio Iafelice, um empresário acusado pela Justiça e que, agora, ao fim de 27 meses, foi declarado inocente.



















A última edição da "Isto é Dinheiro" apresenta histórias redentoras. Faz capa com a se Antonio Iafelice, dono da Agrenco, que vinte sete meses depois de ser preso, por alegada fuga aos disco, foi declarado inocente. E conta os planos de Iafelice para reerguer a empresa, que fornece serviços na área agrícola, onde milhares de accionistas têm o seu dinheiro bloqueado.

As outras histórias têm como protagonistas empreendedores que deram a volta a empresas que pareciam condenadas ao fracasso, transformando-as em operações lucrativas.

"Estas oportunidades surgem porque, diferentemente das grandes corporações cujas operações são bem estruturadas, as pequenas e médias empresas não têm uma estratégia de mercado para crescer. Resultado: muitas entram em dificuldade e aí é preciso um empreendedor de visão que pode mudar o cenário", retrata a "Isto é Dinheiro".

Naturalmente estas histórias têm protagonistas. Por exemplo, Jorge Paulo Lemann, de 71 anos, que se especializou em comprar empresas endividadas para as reestruturar e, assim, ganhar muito dinheiro. Ou ainda Tiago Henrique Sousa, ex-vendedor que comprou a Maqsherutti, uma empresa que antes só tinha dívidas e agora está na rota do sucesso.



Ver comentários
Outras Notícias