PME Um "site", um livro, uma revista
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Um "site", um livro, uma revista

Sempre útil em tempo de crise. Brad Sugars enumera 10 razões para começar um negócio num período de recessão. Tudo está mais barato, podem-se contratar mais pessoas com melhores qualificações, menos concorrência e o facto dos...
Negócios 12 de março de 2009 às 15:46
Um "site"
Vencer na recessão


http://www.entrepreneur.com/ tem uma navegação fácil e pontos de referência múltiplos. Aponta, de forma criativa, ideias para sobreviver à crise.


















Sempre útil em tempo de crise. Brad Sugars enumera 10 razões para começar um negócio num período de recessão. Tudo está mais barato, podem-se contratar mais pessoas com melhores qualificações, menos concorrência e o facto dos fornecedores estarem a dar melhores condições de crédito são quatros dos motivos apontados pelo autor do livro "Business Coach" e fundador do 'franchising' "ActionCoach" para que alguém aposte agora a ser empreendedor.

As recomendações de Brad Sugars podem ser consultadas no http://www.entrepreneur.com/. Trata-se de um site com uma oferta múltipla. É possível ler ainda sugestões de como recrutar quadros, fazer um plano de negócio, ou como escrever bem ajuda a fazer subir vendas.

Outro dos temas que estava em destaque na homepage, à data desta consulta, propunha formas eficientes de cortar custos. "Os empreendedores inteligentes estão a fazer mais com menos dinheiro", sustenta Joseph Cardamone, presidente da Federação das Pequenas Empresas norte-americanas. Remete ainda para blogues onde o tema é, naturalmente, o empreendedorismo e, como não podia deixar de ser nos tempos que correm, também já está disponível no Twitter.


Um livro
Os problemas da gestão intermédia


A gestão intermédia, mal-amada durante anos consecutivos pelos gestores de topo e consultores, é analisada por Paul Osterman.
















Os gestores intermédios são um mal necessário, causadores de ineficiências nas organizações ou são peças fundamentais para as empresas? Paul Osterman propõe-se analisar estas questões em "The Truth About Middle Managers: Who They Are, How They Work, Why They Matter", livro editado pela Harvard Bussiness Press.

O autor é professor de Recursos Humanos e Gestão no MIT, nos Estados Unidos, e já foi vice-reitor da Sloan School. Tem produzido investigação sobre as mudanças na organização do trabalho, as carreiras no interior das empresas e a pobreza urbana, entre outros temas.
No livro em causa, Osterman pega num assunto relevante para a forma como as organizações lidam como os seus níveis intermédios de gestão. Depois de pesquisar 30 anos de dados sobre o tema e de entrevistar 50 gestores em duas grandes empresas de Boston, Paul Osterman chega a algumas conclusões preocupantes.

Os gestores intermédios alimentam ressentimentos pelo facto de serem vistos como fonte de ineficiências e a propósito dos bónus de pára-quedas dourados que são auferidos pelos gestores de topo. Ainda assim, poucos anseiam por trepar na hierarquia das organizações.


Uma revista
As empresas mais admiradas


Na edição mais recente da "Fortune", conheça as empresas mais admiradas do mundo.














Os tempos são de crise, a confiança dos consumidores está em mínimos praticamente em todas as economias desenvolvidas, mas ainda há muitas empresas que são capazes de receber nomeações para conseguirem integrar a lista das mais admiradas do mundo. É desta classificação que trata um dos temas em destaque na mais recente edição da "Fortune".

Na edição de 2009, a Apple surge no primeiro posto, confirmando o estatuto de culto atingido junto de uma vasta legião de pessoas fiéis à marca e aos seus produtos mais populares, como o iPod e iPhone. Em tempos de turbulência financeira, a "holding" de Warren Buffett consegue alcançar o segundo lugar na lista. É um dos investidores de maior sucesso de todos os tempos, praticante de uma forte disciplina e de uma sólida estratégia de investimento.

Nesta edição da revista norte-americana, cinco administradores-executivos de empresas que entraram este ano para o clube das mais admiradas, expõem a sua perspectiva sobre alguns aspectos da actual crise. Gary Kelly, da Southwest Airlines, afirma, por exemplo, que o pior que um gestor pode fazer é acreditar verificar o que sucedeu em crises anteriores e acreditar que, desta vez, tudo acontecerá da mesma forma.




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