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Um "site", Um Livro, Uma Revista

Tema do momento, considerado pelos economistas como uma peça-chave para tirar Portugal da crise e entrar numa nova era de crescimento, a produtividade depende de decisões e comportamentos individuais concretos que não dependem de grandes decisões políticas.

Um "site", Um Livro, Uma Revista
Negócios negocios@negocios.pt 09 de Fevereiro de 2012 às 15:23
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Um "site"

Aumentar a produtividade

No "site" da revista "Inc.", conheça sete hábitos de pessoas produtivas que pode aplicar ao seu dia-a-dia.


Tema do momento, considerado pelos economistas como uma peça-chave para tirar Portugal da crise e entrar numa nova era de crescimento, a produtividade depende de decisões e comportamentos individuais concretos que não dependem de grandes decisões políticas. No "site" da Inc, há um artigo que identifica sete acções que as pessoas mais produtivas realizam e que podem servir de guia para quem necessite.

A primeira sugestão é a de criar vários objectivos fáceis de alcançar. Por exemplo, não valerá muito a pena escrever num papel que é preciso lançar um "website" para a empresa, mas já poderá ser mais útil definir os primeiros passos a dar e começar a trabalhar para os cumprir. Realizar várias tarefas em simultâneo é um erro. É preferível focar a atenção numa e realizá-la. Depois, é necessário eliminar as fontes de distracção, aquelas que desconcentram e atrasam a realização das tarefas.

O correio electrónico pode ser um travão à produtividade. Agende a verificação, por exemplo, três vezes por dia, em vez de o fazer de dez em dez minutos. Também pode usar o telefone em vez de uma sucessão de trocas de mensagens para esclarecer um problema. É mais eficaz. Saiba mais em www.inc.com.




Um livro

Uma mente, dois sistemas

"Thinking, Fast and Slow", de Daniel Kahneman, prémio Nobel da Economia em 2002, desfaz alguns mitos sobre a racionalidade.


As decisões que as pessoas tomam como consumidores, investidores ou no seu papel de cidadãos, são racionais? Um ramo da teoria diz que sim, mas há muitos anos que esta abordagem tem sido contestada por académicos que fazem investigação nesta área.

Um dos protagonistas mais relevantes entre aqueles que se têm dedicado a desconstruir alguns mitos dados como adquiridos é Daniel Kahneman, prémio Nobel da Economia em 2002. Em "Thinking, Fast and Slow", o seu livro mais recente, Kahneman, que não é economista, volta ao tema e constrói uma obra acessível, com vastos exemplos que ilustram as suas teses.

O autor sublinha que muitas decisões são inconsistentes, emocionais e distorcidas por preconceitos. E expõe aquele que é, na sua perspectiva, o funcionamento da mente. Esta, diz Kahneman, funciona em dois níveis: o "sistema 1" e o "sistema 2".

O primeiro é onde se formam julgamentos sobre pessoas e situações, mesmo com base em informação escassa. É o sistema que leva alguém a decidir comprar acções de uma determinada, apenas por tem uma boa impressão geral sobre os produtos que vende. O "sistema 2" é mais lento e ponderado, o local de onde podem resultar as melhores decisões.




Uma revista

Facebook versus Wall Street

Para a oferta pública inicial, o Facebook aliou-se a grandes bancos de investimento de "Wall Street". Será um problema?, pergunta a "Business Week".

A oferta pública inicial de acções do Facebook, que deverá ocorrer em Maio próximo, é uma operação rodeada de grandes expectativas, como não sucedia, na opinião de diversos observadores, desde que, em 2004, o Google concretizou a sua entrada para a bolsa.

Não é caso para menos. No mundo das tecnologias e da Internet, o Facebook, com os seus perto de 850 milhões de utilizadores em todo o Mundo, é o grande fenómeno actual. As previsões apontam para uma avaliação da empresa no intervalo entre 75 e cem mil milhões de dólares, um valor tanto mais surpreendente quando está em causa um negócio que arrancou apenas há meia dúzia de anos e que, beste período, parece ter conseguido alcançar a capitalização bolsista de nomes consolidados como a Amazon.

Na revista "Bloomberg Business Week", o colunista Brad Stone analisa a oferta pública inicial e o facto de, para a concretizar, Mark Zuckerberg, o seu principal responsável, ter decidido aliar-se aos grandes bancos de investimento de "Wall Street". Para Stone, há consequências a retirar da decisão e uma delas está no facto de milhões de utilizadores defenderem valores que envolvem juízos negativos sobre as grandes casas de investimento.

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