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Acções da ParaRede sobem mais de 10% após declarações de Paulo Ramos

As acções da ParaRede retomaram hoje a trajectória ascendente das últimas sessões, após o presidente de empresa, Paulo Ramos, ter afirmado ao Jornal de Negócios que os títulos da empresa podem subir mais. Com mais de 47 milhões de acções trocadas, a ParaR

Negócios negocios@negocios.pt 12 de Março de 2004 às 14:32
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As acções da ParaRede retomaram hoje a trajectória ascendente das últimas sessões, após o presidente de empresa, Paulo Ramos, ter afirmado ao Jornal de Negócios que os títulos da empresa podem subir mais. Com mais de 47 milhões de acções trocadas, a ParaRede já negociou hoje 21% do seu capital social.

As acções da tecnológica seguiam a subir 10,42% para os 0,53 euros, tendo ao longo da manhã experimentado uma subida máxima de 12,5%. Na passada terça-feira a empresa atingiu o máximo do ano nos 0,60 euros, tendo nos dois dias posteriores corrigido.

À semelhança das últimas sessões as acções da ParaRede voltam a ser as mais negociadas da Euronext Lisbon, com mais de 47 milhões de títulos a trocarem de mãos no dia de hoje. A empresa negociou sempre mais de 30 milhões de acções, em cada uma das sessões desta semana.

A subida de hoje deve-se às declarações do presidente da companhia ao Jornal de Negócios, onde Paulo Ramos acredita que as acções da empresa ainda podem subir mais, recusando as criticas dos analistas que consideram a empresa sobreavaliada.

«Vi analistas dizerem que os negócios que anunciámos não justificam a subida. Mas temos sido muitíssimo conservadores a anunciar o que ganhámos. Eu anunciei 20% dos negócios em que ganhei dimensão. Ainda temos muitos mais a anunciar, alguns de grande dimensão, em grandes empresas e com uma recorrência grande», disse Paulo Ramos.

Paulo Ramos contou ainda segredos sobre como encontrou a ParaRede. Nunca nomeando o antecessor, diz que faltava controlo, que a carteira de negócios estava sobredimensionada e que a empresa caminhava para a equação indeterminada de zero custos e zero receitas, consequência de uma «reestruturação cega».

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