Tecnologias Amazon contesta contrato de 10 mil milhões de dólares atribuído à Microsoft

Amazon contesta contrato de 10 mil milhões de dólares atribuído à Microsoft

A Amazon considera que era a candidata mais indicada para ficar responsável pela armazenagem de dados da Defesa norte-americana, uma tarefa que acabou por ficar a cargo da Microsoft e que é agora contestada pela retalhista.
Amazon contesta contrato de 10 mil milhões de dólares atribuído à Microsoft
Negócios com Lusa 15 de novembro de 2019 às 11:52

A Amazon anunciou esta sexta-feira, 15 de novembro, que vai contestar formalmente e em sede legal a atribuição por parte do Pentágono de um contrato de armazenamento de dados ‘on-line’ (nuvem) no valor de 10 mil milhões de dólares à Microsoft.

"Muitos aspetos do processo de avaliação do contrato apresentam lacunas evidentes, erros e equívocos. É importante que todas estas questões sejam examinadas e corrigidas", disse um porta-voz da Amazon.

A divisão da Amazon Web Services domina o setor de armazenamento de dados ‘on-line’ e já fornece servidores seguros a outros organismos governamentais norte-americanos, como a CIA. neste sentido, considera que seria o prestador mais competente para este serviço. O contrato, conhecido por JEDI (Enterprise Defense Infrastructure) destina-se ao armazenamento de dados militares sensíveis e tecnologia dentro do Departamento de Defesa norte-americano. O pagamento de 10 mil milhões de dólares deverá repartir-se pelos 10 anos do acordo. a escolhida foi a Microsoft Azure.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não tem boas relações com o fundador da Amazon, Jeff Bezos, que também é proprietário do jornal Washington Post, muitas vezes atacado pelo líder norte-americano.

 




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