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Anatel adia decisão de cumprimento de metas da Telefónica

A Agência Nacional de Telecomunicações adiou hoje a decisão sobre o cumprimento das metas da Telefónica, facto que poderá atrasar o prazo estimado para a formalização da empresa entre a operadora espanhola e a Portugal Telecom.

Bárbara Leite 01 de Fevereiro de 2002 às 18:42
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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) adiou hoje a decisão sobre o cumprimento das metas da Telefónica, facto que poderá atrasar o prazo estimado para a formalização da empresa entre a operadora espanhola e a Portugal Telecom.

Fonte oficial da Anatel disse ao Negocios.pt que «a Anatel adiou a decisão que estava prevista ser divulgada hoje por necessitar avaliar mais aprondundamente os critérios definidos».

Os documentos apresentados pela Telefónica deveriam ter sido analisados na passada quarta-feira. No entanto, alguns membros do regulador não tinham conhecimento do modelo de análise.

A decisão poderá ser tomada daqui a duas semanas, caso não haja necessidade de realizar novas pesquisas.

A operadora de telecomunicações espanhola antecipou o cumprimento das exigências de instalação de telefones inicialmente previstas até Dezembro de 2003, para poder explorar novos serviços de telecomunicações.

A PT [PTC] e a Telefónica estabeleceram um acordo de criação de uma empresa em conjunto para agregar os activos das duas operadoras no mercado móvel brasileiro.

O arranque das actividades da nova empresa está dependente do cumprimento das metas da Telefónica no que respeita à telefonia fixa e da migração dos dois operadores do Serviço Móvel Celular (SMC) para o SMP, no qual as empresas passam de um regime de concessão, também existente em Portugal, para um regime de autorização de actuação no mercado.

Zeinal Bava, administrador financeiro da PT disse esta semana que a nova empresa deverá estar formalizada em Março.

No entanto, o atraso na oficialização do regulador do cumprimento das metas poderá afectar aquela data.

As duas operadoras pretendem partilhar investimentos no mercado brasileiro móvel.

As acções da PT encerraram nos 8,70 euros a ganhar 0,58%.

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