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António Coimbra recusa pagar serviço universal do passado

O presidente da Vodafone Portugal diz que os operadores só devem financiar o serviço universal depois de haver concurso público. Até agora, o serviço universal tem sido prestado pela PT sem concurso público. AO Negócios, este responsável admitiu, ainda, ir ao concurso público.

Alexandra Machado amachado@negocios.pt 31 de Maio de 2012 às 09:55
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António Coimbra, presidente da Vodafone Portugal, recusa-se a financiar o serviço universal nos anos em que a PT foi a fornecedora sem existência de concurso público. Ou seja entre 2007 e até ver 2012. Só este ano o Governo deverá lançar concurso público para a escolha do fornecedor de serviço universal, ainda que tenha de renegociar o contrato de concessão com a PT.

Se António Coimbra não tem dúvidas que para a frente, depois do concurso, o financiamento do serviço universal seja feito por todo o sector, já não concorda que seja o mercado a pagar um serviço universal que foi dado à PT sem concurso público.

"Discordamos totalmente, quase visceralmente, em relação ao passado, do financiamento por todos os operadores", acrescentou ontem num jantar-debate António Coimbra, presidente da Vodafone Portugal.

Ao Negócios, este responsável garantiu que sobre o concurso para o serviço universal "é claro o interesse [da Vodafone Portugal] em considerar ir a concurso, já que não terá de ir a tudo. Há algumas partes que com tecnologia móvel e com a rede de transmissão que temos que nos pode interessar", mas uma decisão definitiva só depois de analisadas as condições finais do concurso, que ainda não são conhecidas.

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