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Apple volta a liderar "ranking" das 50 empresas mais admiradas

A edição de 2009 do "ranking" das 50 empresas mais admiradas no mundo, elaborado pela "Fortune", conferiu, uma vez mais, a liderança à fabricante de computadores Apple. A lista, disponibilizada no "site" da revista, garante o segundo lugar à "holding" de Warren Buffett, a Berkshire Hathaway. A Toyota Motor, grupo que negoceia actualmente um financiamento de dois mil milhões de dólares, foi a terceira escolhida.

Isabel Aveiro ia@negocios.pt 03 de Março de 2009 às 15:48
A edição de 2009 do “ranking” das 50 empresas mais admiradas no mundo, elaborado pela “Fortune”, conferiu, uma vez mais, a liderança à fabricante de computadores Apple. A lista, disponibilizada no “site” da revista, garante o segundo lugar à “holding” de Warren Buffett, a Berkshire Hathaway. A Toyota Motor, grupo que negoceia actualmente um financiamento de dois mil milhões de dólares, foi a terceira escolhida.

Apesar dos problemas de saúde do criador e líder carismático da Apple, Steve Jobs, ter levantado sérias dúvidas no mercado, levando a igualmente sérias quedas das acções, em 2008, a fabricante de computadores pessoais conseguiu manter o primeiro lugar na lista das 50 empresas mais admiradas em todo o mundo.

A jornalista da “Fortune” Alyssa Abkowitz escreve porquê, com a ajuda de alguns números: no primeiro trimestre do seu exercício a companhia já vendeu 22,7 milhões de iPods (mais 3%), 2,5 milhões de Macs (mais 9%) e 4,4 milhões de iPhones.

Enquanto no caso da Apple a ênfase vai para a fidelidade dos clientes, na Berkshire Hathaway a questão centra-se na credibilidade do accionista. É certo que as acções da “holding” de investimento recuaram já 49% desde o pico atingido em Dezembro de 2007, mas a verdade é que Warren Buffet “admite quando está errado. E não se obtém sinceridade por parte dos restantes CEO. É por isso que ele tem tanta credibilidade”, explicou um conselheiro financeiro à Reuters, citado no mesmo artigo da “Fortune”.

Em terceiro lugar foi nomeada a nipónica Toyota Motor, embora a justificação esteja já hoje um pouco desactualizada. A “Fortune” escreve que “enquanto as fabricantes norte-americana GM e Ford tiveram que ir a correr pedir dinheiro a Washington, a Toyota mantém-se relativamente forte”.

A ideia mantém-se, mas o tempo verbal já é diferente: os “sites” internacionais dão conta hoje que o grupo Toyota está a negociar com o Estado japonês, via Banco do Japão para Cooperação Internacional, um empréstimo de dois mil milhões de dólares para a sua subsidiária Toyota Financial Unit. A ideia é permitir que esta possa conceder mais crédito para a compra de automóveis da marca.

A Google ficou em quarto lugar, a Johnson&Johnson em quinto, seguidas pela Procter & Gamble, da FedEx, da Southwest Airlines e da General Electric. O décimo lugar cabe à Microsoft.

A lista só volta a ter elementos não norte-americanos (depois de passar pela Wal-Mart, Walt Disney, Coca-Cola e Pepsi, entre outras), quando surge a alemã BMW em 28º lugar. Para se encontrar uma outra europeia, há que descer mais 10 lugares, para o 38º, onde se encontra a suíça Nestlé. A finlandesa Nokia encontra-se em 42º lugar.

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