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City Desk pretende crescer 30% nas exportações

A City Desk, fabricante nacional de computadores pessoais e servidores, pretende crescer 30% nas exportações sublinhando que “queremos encontrar novos parceiros de negócios internacionais”, referiu João Fradinho, director-geral da empresa.

Ana Torres Pereira atp@negocios.pt 27 de Março de 2007 às 12:15
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A City Desk, fabricante nacional de computadores pessoais e servidores, pretende crescer 30% nas exportações sublinhando que "queremos encontrar novos parceiros de negócios internacionais", referiu João Fradinho, director-geral da empresa.

João Fradinho, director-geral da City Desk, reforçou a aposta nas exportações, "ao nível da facturação, 15% do nosso negócio provém do estrangeiro, uma percentagem que pretendemos fazer subir para os 20% em 2007".

Além dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, onde a empresa já detém um canal oficial e revendedores autorizados em Angola, Cabo Verde e Moçambique, "estamos também a olhar para países como Marrocos ou Tunísia", acrescentou a mesma fonte.

Relativamente a perspectivas de crescimento, a City Desk "para 2007 temos como objectivo fabricar cerca de 18 mil computadores, onde se incluem 1500 servidores".

Em volume de negócios, a City Desk espera atingir os 25 milhões de euros, com 70% deste valor associado ao mercado empresarial e das PME. Globalmente, a facturação provirá em 75% da venda de portáteis e desktops, 20% dos servidores e 5% dos serviços.

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