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CTT querem entrar na gestão documental e de base de dados

O alargamento de áreas de negócios dos CTT, para acrescentar valor à empresa, vai passar pela gestão documental e comercialização e gestão de base de dados, anunciou ontem Luís Nazaré, presidente da empresa pública.

Negócios 21 de Setembro de 2005 às 13:18
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O alargamento de áreas de negócios dos CTT, para acrescentar valor à empresa, vai passar pela gestão documental e comercialização e gestão de base de dados, anunciou ontem Luís Nazaré, presidente da empresa pública.

«Há outras áreas de negócio para as quais estamos a olhar», garantiu Luís Nazaré, no decorrer do jantar-debate que ontem foi organizado pela APDC, dando, ainda, como exemplo a telefonia móvel. A possibilidade de os CTT se tornarem operadora móveis virtuais foi já aventada e Luís Nazaré diz que irá analisar a possibilidade, depois de já ter respondido à consulta pública lançada pela Anacom, entidade reguladora do sector.

Uma das áreas que os CTT querem entrar é na gestão documental. Mas Luís Nazaré garante que «temos de invadir outras cadeias de valor, como a produção, concepção, criatividade, listas de endereços, e publicidade», diz, salientando que outra aposta dos CTT será o marketing directo.

Outra vocação que os Correios vão desenvolver são os serviços de proximidade, tendo Luís Nazaré referido, mais uma vez, a possibilidade que está a ser conversada com a EDP de serem os carteiros da empresa a lerem os contadores de electricidade.

Isto para a aproveitar o que Luís Nazaré considera duas das grandes vantagens competitivas dos CTT: a rede e a notoriedade da marca.

Entrar em novos negócios é uma das estratégias da empresa para contraria o declínio do seu negócio tradicional.

Em relação aos resultados do primeiro semestre, ainda não divulgados pela empresa, Nazaré diz foram um pouco abaixo do orçamentado, estando a empresa a fazer um grande esforço de «rigor financeiro e um grande corte de custos. Vamos apertar o cinto», diz o novo presidente dos CTT.

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