Tecnologias Farfetch lança 36 estágios remunerados em Portugal

Farfetch lança 36 estágios remunerados em Portugal

Estão abertas candidaturas para o programa PLUG-IN, que arranca em setembro e terá a duração de seis meses, nos escritórios da Farfetch em Lisboa, Porto e Braga.
Farfetch lança 36 estágios remunerados em Portugal
A empresa liderada por José Neves abre candidaturas para a quarta edição do seu programa de estágios PLUG-IN.
Bruno Simão/Negócios
Rui Neves 23 de maio de 2019 às 13:07

A plataforma tecnológica para a indústria da moda de luxo Farfetch está em permanente recrutamento de profissionais qualificados.

 

Desta vez, no âmbito da quarta edição do seu programa de estágios remunerados PLUG-IN, tem 36 vagas disponíveis para recém-graduados nas áreas de Tecnologia (Information Systems, Security, Architecture, Infrastructure, Engineering) e Produto (Product Design, Back Office Products, Product General, Product Analytics, Product Data Science).

 

As candidaturas estão abertas até ao dia 30 de junho, devendo o programa arrancar em setembro próximo. Terá a duração de seis meses, em contexto real de desenvolvimento de projetos, "com um acompanhamento muito próximo de especialistas de diversas áreas da Farfetch", realça a empresa, em comunicado.

 

O programa de estágios decorrerá nos escritórios desta empresa de "e-commerce" em Lisboa, Porto e Braga.

 

"O programa PLUG-IN dá aos participantes a possibilidade de sair da universidade e entrar diretamente numa experiência profissional única, na qual têm a oportunidade de ser desafiados, aprender e participar no desenvolvimento de uma plataforma tecnológica verdadeiramente global", afirma Cipriano Sousa, CTO da Farfetch.

 

"Na prática, isto significa uma oportunidade de aprender com os nossos mentores, integrando equipas internacionais, desenvolvendo competências técnicas e, ao mesmo tempo, passando por experiências pessoais muito ricas. Na Farfetch, todos os dias as equipas contribuem para o desenvolvimento de soluções que estão a revolucionar a indústria da moda e o futuro do comércio online. Fazer parte deste desafio é uma oportunidade de aprender, inovar e ter impacto", enfatiza o mesmo gestor.

 

Para além de uma fase de avaliação inicial, da qual faz parte a análise de perfil e uma primeira entrevista, este ano, o processo de seleção inclui um "hackathon", um evento de um dia, em formato de "design thinking sprint", que será realizado nos escritórios da Farfetch no Porto e em Lisboa, e no qual os candidatos terão de dar resposta a desafios técnicos.

 

"Neste dia, haverá já um primeiro contacto com alguns dos futuros mentores que terão uma participação ativa enquanto júri do ‘hackathon’", sublinha a empresa.

 

Dos 104 estagiários que participaram nas três edições anteriores do PLUG-IN, 99 ficaram a trabalhar na Farfetch. "É uma taxa de sucesso de 95%", destacou Ana Sousa, VP People da companhia liderada por José Neves.

No dia 15 de maio, a Farfetch comunicou ao mercado que os seus prejuízos mais do que duplicaram no primeiro trimestre, 50,7 milhões de dólares (45,4 milhões de euros) há um ano para 109,3 milhões (97,9 milhões de euros) nos primeiros três meses deste ano.

 

A justificar este resultado esteve sobretudo o aumento das perdas operacionais, a par com maiores perdas de efeito cambial – "essencialmente motivadas pelo impacto de um dólar mais forte na reavaliação dos nossos balanços denominados em moeda estrangeira no primeiro trimestre de 2019", refere a empresa no comunicado das contas.




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