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Funcionários do gabinete foram para a Fundação pela necessidade de ter pessoas de confiança

Paulo Campos defendeu a passagem de vários elementos do seu gabinete para a Fundação para as Comunicações Móveis pela necessidade de ter pessoas de confiança a gerir o programa.

Alexandra Machado amachado@negocios.pt 13 de Abril de 2010 às 13:58
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Paulo Campos defendeu a passagem de vários elementos do seu gabinete para a Fundação para as Comunicações Móveis pela necessidade de ter pessoas de confiança a gerir o programa.


Questionado pelo deputado do CDS-PP, Hélder Amaral, sobre o que disse ser a promiscuidade entre o gabinete do secretário de Estado das Obras Públicas e a Fundação para as Comunicações Móveis, Paulo Campos disse que tinha a responsabilidade de garantir a boa execução do programa. Por isso, "quis assegurar que a entidade que estava a monitorizar e verificar se estavam a cumprir o que estava acordado tivesse [pessoas] da minha confiança e da confiança do Ministério das Obras Públicas".


E explicou que foram "colocadas as pessoas que achávamos que eram as mais adequadas para cumprir as funções", que, diz, têm sido cumpridas.


Como exemplo da competência dessas pessoas, Paulo Campos lembrou que a Fundação ainda não validou os valores que os operadores dizem serem credoras da entidade. Para Paulo Campos, como não estão validadas, não existem.


Paulo Campos também garantiu que não há acumulação de cargos ilegais entre pessoas do seu gabinete e a Fundação. Não há exclusividade nos colaboradores e assessores. A exclusividade afecta unicamente adjuntos e chefes de gabinete. "Além da legalidade, tivemos a preocupação de não haver acumulação de vencimentos".

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