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Fusão Oi/Brasil Telecom aumenta a probabilidade de um investimento alternativo da PT

A fusão da Oi/Telemar com a Brasil Telecom aumenta a probabilidade de um investimento alternativo no Brasil para a Portugal Telecom (PT) para substituir a Vivo, consideram os analistas do BPI que acreditam que esta notícia terá um impacto "potencialmente

Raquel Godinho rgodinho@negocios.pt 28 de Abril de 2008 às 11:48
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A fusão da Oi/Telemar com a Brasil Telecom aumenta a probabilidade de um investimento alternativo no Brasil para a Portugal Telecom (PT) para substituir a Vivo, consideram os analistas do BPI que acreditam que esta notícia terá um impacto "potencialmente positivo" quer para a operadora portuguesa quer para a Telefónica.

A Oi, da Telemar, acordou, na passada sexta-feira, a compra da Brasil Telecom por 5,86 mil milhões de reais (2,22 mil milhões de euros), dando origem à criação de uma grande empresa brasileira de telecomunicações controlada pelo Estado, que no futuro pode vir a ser participada pela empresa liderada por Zeinal Bava.

No "Iberian Daily" de hoje, os analistas do BPI adiantam que esta notícia terá um impacto "potencialmente positivo para a PT e Telefónica", sublinhando que "na perspectiva da PT, esta notícia aumenta a probabilidade de um investimento alternativo no Brasil, para substituir a Vivo". Tendo por base este cenário, a PT poderia vender a sua posição na Vivo e reinvestir a totalidade ou parte deste rendimento noutro ‘player’ brasileiro como accionista minoritário com a aproximação de um parceiro do sector.

O banco de investimento, frisa, no entanto, que esta operação teria que ser feita a múltiplos mais baixos do que aqueles que estão implícitos na aquisição da Brasil Telecom pela Oi/Telemar e do que os de uma eventual venda da Vivo.

Por outro lado, "a necessária alteração na lei pode aumentar a visibilidade de um cenário de uma possível fusão da Vivo com a TIM Brasil, potencialmente beneficiando a PT pois aumenta a percepção do valor da sua participação de 31,38% na Vivo".

O BPI tem uma recomendação de "comprar" e um preço-alvo de 11,10 euros para a PT, cujas acções [PTC] seguiam em alta de 0,20% para os 7,70 euros.

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