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Incumbentes investiram mais que novos operadores

Os operadores incumbentes europeus investiram mais do que os novos operadores, de acordo com um estudo realizado pela ECTA, hoje apresentado pelo seu presidente Roger Wilson, na conferência «As Comunicações Electrónicas como Motor de Desenvolvimento da Ec

Negócios 05 de Julho de 2004 às 14:47
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Os operadores incumbentes europeus investiram mais do que os novos operadores, de acordo com um estudo realizado pela European Competitive Telecommunications Association (ECTA), hoje apresentado pelo seu presidente Roger Wilson, na conferência «As Comunicações Electrónicas como Motor de Desenvolvimento da Economia», organizada em Lisboa pela Apritel.

De 1999 a 2003, os novos operadores investimento 70 mil milhões de euros em infra-estruturas fixas, contra os 160 mil milhões dos operadores históricos. O ano de 2000 foi, para ambos os casos, o pico dos investimentos que nos anos subsequentes caíram para metade.

De acordo com o levantamento da associação, tendo, também em conta um estudo da Ernst & Young, espera-se que entre 2004 e 2006 os operadores incumbentes reduzam os seus investimentos para 77,6 mil milhões, ficando-se os novos operadores pelos 18,5 mil milhões.

«Os investimentos especulativos nas redes acabaram. Os investimentos agora, seguem uma lógica de clientes e receitas», disse Roger Wilson, que salientou cinco determinantes actuais para os investimentos: localização dos consumidores, tamanho do mercado, custo de acesso, regulação específica e regulação geral.

Por outro lado, os investimentos em telecomunicações diferem consoante os Estados-membros e os padrões de investimento dos novos operadores e dos incumbentes são semelhantes. Por outro lado, «existe correlação entre os investimentos e o ambiente regulatório».

No decorrer da conferência foi formalmente assinada a integração da Apritel na ECTA.

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