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Mais de 500 milhões de identidades digitais foram roubadas em 2015

O cibercrime continua a proliferar. Só no ano passado, mais de 500 milhões de identidades digitais foram roubadas ou expostas. EUA, Reino Unido, França, Austrália e Alemanha são os países mais afectados.

André Vinagre andrevinagre@negocios.pt 12 de Abril de 2016 às 16:13
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Durante 2015 registaram-se mais de 500 milhões de roubos de identidades digitais, as burlas de equipas de apoio informático aumentaram 200% e os "randsomware" (fraude em que os piratas informáticos encriptam os dados dos utilizadores e pedem resgates pela devolução das suas informações) cresceram 35%, diz a empresa de segurança informática Symantec citada esta terça-feira, 12 de Abril, pela BBC.

 

Os "hackers" responsáveis pelos ataques informáticos estão cada vez mais profissionais e assemelham-se a empresas de "software" reais, sublinha a firma de segurança informática.

 

"Eles têm muitos recursos e pessoal com competências técnicas a operar com tanta eficiência que têm horários normais de trabalho e até folgam ao fim-de-semana e feriados", refere Kevin Haley, líder da Symantec, no relatório.

 

Alguns destes grupos formam empresas de apoio informático fraudulentas que tentam enganar os utilizadores, fazendo com que paguem para que a suposta empresa de apoio informático repare erros que não existem.

 

O "ransomware" é cada vez mais popular entre os piratas informáticos. Os "hackers" encriptam os dados dos computadores para que seja impossível o dono aceder e depois pedem um resgate, normalmente em moeda digital, como as "bitcoins". Este tipo de crime foi registado pela primeira vez num computador da Apple já este ano.

 

Os países mais afectados por estes esquemas informáticos foram os Estados Unidos, o Reino Unido, a França, a Austrália e a Alemanha. Os sistemas informáticos de hospitais, empresas de seguros e sistemas de saúde foram os mais afectados.

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