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Novis e Oni dizem Estado «perde milhões» se adjudicar banda larga à PT (act)

A Novis e a Oni, que concorreram em consórcio para fornecerem serviços de banda larga a nove mil escolas nacionais, defendem que, se forem preteridas em relação à proposta da Portugal Telecom, tal «representará uma pesada penalização na despesa pública pa

Negócios negocios@negocios.pt 22 de Julho de 2004 às 19:05
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A Novis e a Oni, que em consórcio apresentaram no concurso para o fornecimento de soluções de telecomunicações a nove mil escolas nacionais, promovido pelo Ministério de Educação, defendem que, a confirma-se a sua exclusão da corrida, tal «representa uma pesada penalização na despesa pública para o mesmo serviço». O Jornal de Negócios Online apurou que a factura da PT é superior à sua proposta em 3,5 milhões de euros.

As duas companhias, em comunicado hoje emitido, defendem que a sua proposta «representa para o Estado uma poupança de vários milhões de euros no decurso da vigência dos três anos do contrato, face à proposta apresentada pela concorrente PT».

«Se o consórcio Novis/Oni for excluído do concurso», a mesma fonte sublinha «que ainda não é uma certeza pois encontra-se em fase de recurso», esta exclusão «representa uma pesada penalização na despesa pública para o mesmo serviço».

A Novis e a Oni «estão convictas», e os pareceres que pediram a diversos especialistas assim o reforçam, sublinham, «de que uma questão formal de importância manifestamente reduzida face aos objectivos que presidiram ao lançamento do concurso» e que «motivou o pedido de exclusão por parte da Portugal Telecom», não será «impeditiva da defesa dos interesses nacionais, nomeadamente em sede de Orçamento do Estado Português», acrescenta.

A Novis e a Oni assumem-se como «certas de que o interesse nacional e os objectivos do concurso se afiguram claramente como mais importantes para o Estado Português» do que uma «mera formalidade de reconhecimento notarial de assinaturas, de pessoas que reconhecidamente estavam habilitadas para o fazer», avançam.

As acções da Electricidade de Portugal (EDP) [edp], que controla a Oni, fecharam nos 2,38 euros, a subir 0,42%. A Sonaecom [snc], que controla a Novis, cedeu 0,91% para 3,25 euros.

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