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Presidente da Zon afasta rumores de fusão com a Sonaecom

O presidente da Zon Multimédia, Rodrigo Costa, afastou, em entrevista à "Briefing", quaisquer rumores de uma possível fusão com a Sonaecom. A revista, na sua edição de Outubro, recorda que o UBS defendeu que a reeleição do PS dá mais força a uma possível fusão entre as duas operadoras.

Negócios negocios@negocios.pt 15 de Outubro de 2009 às 11:28
O presidente da Zon Multimédia, Rodrigo Costa, afastou, em entrevista à “Briefing”, quaisquer rumores de uma possível fusão com a Sonaecom. A revista, na sua edição de Outubro, recorda que o UBS defendeu que a reeleição do PS dá mais força a uma possível fusão entre as duas operadoras.

“As coisas são sempre possíveis no papel, mas nós trabalhamos num regime de racional económico”, disse Rodrigo Costa, na mesma entrevista, acrescentando que não faz comentários à parte política inerente no comentário do UBS.

O presidente da Zon reitera que a empresa que dirige “está num segmento de mercado que cresce, temos boas perspectivas na Internet, temos boas perspectivas na voz fixa. Temos sete ou oito trimestres de crescimento contínuo. O negócio móvel não vive este tipo de momento de expansão”.

Rodrigo Costa volta a dizer, ainda em relação a uma eventual fusão, que “temos de perceber se a soma das partes se traduz numa coisa maior ou se a soma das partes vai fazer com que aqueles que estão num negócio que é um negócio interessante se vão meter num negócio menos interessante”.

Quanto a eventuais conversações, o CEO da Zon diz que “todos nós temos boas relações uns com os outros, mas isso não quer dizer que se entre em qualquer tipo de negociação formal ou informal. Isso não está nossa agenda de curto prazo”.

O presidente da Zon diz ainda que a compra da empresa holandesa Teliz “não tem a ver com nenhuma operação de televisão fora do território nacional”.

“A nossa vocação continua a ser a mesma, nós somos uma empresa que tem um negócio de televisão paga, acesso à internet e de voz fixa em Portugal. O nosso objectivo será portanto entrar no negócio da televisão paga em Angola. Não temos nada previsto em matéria de Internet, nem nada em matéria de voz, apenas na área de pay Tv por satélite”, conclui.

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