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"Sinto um enorme carinho pelo Magalhães e pela Insys"

"Sinto um enorme carinho pelo Magalhães e pela Insys", afirmou Paulo Campos, secretário de Estado das Obras Públicas na audição na comissão parlamentar de inquérito à Fundação para as Comunicações Móveis.

Alexandra Machado amachado@negocios.pt 13 de Abril de 2010 às 14:27
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"Sinto um enorme carinho pelo Magalhães e pela Insys", afirmou Paulo Campos, secretário de Estado das Obras Públicas na audição na comissão parlamentar de inquérito à Fundação para as Comunicações Móveis.

O Magalhães, disse, "é um projecto bandeira, que coloca Portugal num nível que nunca tinha tido. Não há mais nenhuma empresa com as competências que a JP Sá Couto tem", disse Paulo Campos, aludindo à classificação da JP Sá Couto de ser OEM da Intel, tendo sido esclarecido pelos deputados que a empresa portuguesa ainda não tinha esse estatuto.

O carinho que Paulo Campos referiu várias vezes ter pelo projecto tem a ver com o facto de ser uma empresa portuguesa com grande possibilidade de internacionalização e exportação.

E por isso o Ministério das Obras Públicas associou-se ao lançamento do Magalhães, que permitia criação de emprego, exportação e contribuir para passar a ter uma balança tecnológica positiva.

"Para nós foi absolutamente essencialmente, dentro da política de apoiar empresas portuguesas que se queiram internacionalizar", e por isso "colocámos todo o cuidado e carinho neste projecto, que era um projecto de ruptura".

Aliás, para Paulo Campos foi este projecto que permitiu que no actual concurso lançado pelo Ministério da Educação para a compra de computadores para o primeiro ciclo estejam quatro propostas de empresas portuguesas a concorrer.

O secretário de Estado disse que JP Sá Couto foi apoiada como foram apoiadas outras empresas portuguesas. Como diz ter carinho pela Insys, marca portuguesa de portáteis.

O Ministério das Obras Públicas é que fez o contacto para reserva do Pavilhão Atlântico para a cerimónia de apresentação do Magalhães, mas quem pagou foi a Youtsu. O Governo tentou associar essa apresentação com a vinda do presidente da Intel para "dar visibilidade" ao produto.

"Apadrinhámos e acarinhámos essa iniciativa", garantiu.

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