Tecnologias Revolut deixa de ser "beta" e atreve-se em Singapura

Revolut deixa de ser "beta" e atreve-se em Singapura

A Revolut vai entrar no mercado asiático. Esta é a terceira novidade em termos de expansão conhecida para este ano, depois do anúncio da entrada nos Estados Unidos e Canadá.
Revolut deixa de ser "beta" e atreve-se em Singapura
Ana Batalha Oliveira 24 de outubro de 2019 às 07:55

A Revolut já entrou no mercado asiático, pela porta de Singapura. Depois de "um período beta de sucesso" que se prolongou por um ano, a fintech estreia-se neste território com mais de 30.000 clientes.

Agora, recorrendo aos serviços da Revolut, os clientes de Singapura podem gastar e transferir dinheiro à taxa interbancária, além de poderem deter e trocar 14 moedas na aplicação de telemóvel. Para já, estão disponíveis divisas como o dólar de Singapura, o dólar americano, a libra esterlina ou o euro, mas a fintech quer lançar mais 14 moedas nos próximos meses. Entre elas, estão as asiáticas rupias indianas, pesos filipinos e ringgit da Malásia. Já gastar, os clientes podem fazê-lo em mais de 150 moedas, também à taxa interbancária.

 

Em 2018, a Revolut instalou o seu 'hub' em Singapura, na região Ásia-Pacífico, onde a fintech emprega já duas dezenas de pessoas. O objetivo é triplicar este número nos próximos três meses, informa ainda a empresa, através de um comunicado.

 

"Os residentes de Singapura viajam, em média, cerca de sete vezes por ano e transferem cerca de sete mil milhões de dólares para o estrangeiro", explica o chefe de operações da Revolut para a região Ásia-Pacífico, Eddie Lee.

A fintech sediada em Londres já conta com mais de 7 milhões de utilizadores em todo o mundo. Além de Singapura, a Revolut está atualmente disponível na Europa e Austrália. Mas os planos de expansão não ficam por aqui – a empresa quer entrar nos Estados Unidos e Canadá ainda este ano.




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