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Zeinal Bava diz que acordo com a Huawei permite potenciar investimento na fibra

Zeinal Bava considerou hoje que o acordo que a empresa portuguesa hoje assinou com a multinacional de tecnologia chinesa Huawei permite tornar mais eficiente o investimento na fibra óptica no mercado português.

Lusa 07 de Novembro de 2010 às 01:09
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O presidente executivo da Portugal Telecom (PT), Zeinal Bava, considerou hoje que o acordo que a empresa portuguesa hoje assinou com a multinacional de tecnologia chinesa Huawei permite tornar mais eficiente o investimento na fibra óptica no mercado português.

“Vai-nos permitir potenciar o investimento que estamos a fazer na fibra em Portugal e fazer com que a fibra chegue mais depressa ao móvel”, disse Zeinal Bava em declarações à agência Lusa, no final da cerimónia da assinatura de diversos acordos entre Portugal e a China, no último dia da visita oficial do presidente chinês Hu Jintao.

Numa cerimónia a que assistiram o Hu Jintao e o primeiro-ministro português José Sócrates, antes de um encontro bilateral, nove empresas portuguesas assinaram acordos de cooperação comercial com a China.

O acordo entre a Portugal Telecom e a Huawei reforça a parceria que já existe entre as duas empresas – sobretudo no fornecimento e desenvolvimento de soluções de fibra – e intensifica o desenvolvimento de intercâmbios entre as duas empresas em áreas técnicas do negócio das telecomunicações, segundo a empresa portuguesa.

“Esta parceria tem vantagens competitivas importantes na parte da inovação. Nós partilhamos com eles o nosso plano de inovação, eles partilham connosco o plano de inovação, constituímos equipas conjuntas, e algumas dessas vão fazer trabalhos aqui em Portugal, o que nos abre oportunidades para potenciar o pólo que temos em Aveiro”, disse ainda Zeinal Bava.

O presidente executivo da PT destacou ainda a importância dos mercados externo para a empresa.

“O nosso foco é Brasil e África. Temos [também] uma presença muito estratégica e muito importante em Timor, um mercado onde queremos estar presentes. Queremos fazer coisas inovadoras e queremos que Timor seja uma referência na região”, afirmou.

Como parte deste acordo de cooperação, segundo a PT, está prevista também a implementação de um Centro de Serviços e Operações da Huawei em Portugal, que irá criar cerca de 150 novos postos de trabalho.

Numa cerimónia em que estiveram presentes, para além do primeiro-ministro português e do presidente chinês, os ministros dos Negócios estrangeiros do dois países, os ministros portuguesas da Economia e das Finanças, ou o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Portugal, os dois países assinaram quatro acordos de cooperação institucional e nove acordos comerciais, não tendo ficado especificado, no entanto, nenhuma garantia explícita de compra de dívida portuguesa, por parte da China, como tinha sido antes indicado.

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