Tecnologias Zon Optimus quer quota próxima dos 30% nos próximos 5 anos (act)

Zon Optimus quer quota próxima dos 30% nos próximos 5 anos (act)

A Zon Optimus quer aumentar a sua quota de mercado em 4 a 5 pontos percentuais, nos próximos cinco anos, aproximando-se dos 30%.
Zon Optimus quer quota próxima dos 30% nos próximos 5 anos (act)
Alexandra Machado 28 de fevereiro de 2014 às 10:23

Miguel Almeida, presidente executivo da zon Optimus, que está a apresentar o plano estratégico, garantiu que o "principal foco da nossa estratégia é crescer quota de mercado", garantiu, salientando que "temos uma clara ambição de crescimento".

 

Actualmente a quota de mercado da Zon Optimus em Portugal é de 25% e a empresa quer aproximar-se dos 30% em cinco anos.

 

No segmento empresarial, a Zon Optimus quer passar dos actuais 17% de quota para um valor "bem acima" dos 20% em três anos. A empresa quer aumentar a penetração dos serviços nos actuais clientes, mas garante que vai atrás dos grandes clientes. 

 

Seis meses depois da formalização da fusão, a Zon Optimus está esta sexta-feira a apresentar o seu plano estratégico a investidores, num dia que será todo dedicado ao futuro da "nova" empresa, comandada por Miguel Almeida (na foto). 

 

No mercado de consumo, Miguel almeida salientou que o fortalecimento da quota de mercado vai passar pela convergência e por levar produtos convergentes a outros segmentos de mercado e não apenas ao segmento mais alto. Miguel Almeida salientou, por outro lado, que não será pelo preço que a Zon Optimus vai perder clientes.

 

E anunciou a intenção de lançar uma marca única no mercado, não revelando ainda o seu nome. Será dentro de meses, disse.

 

Miguel Almeida garantiu também que vão ser estudadas possibilidades de internacionalização, mas garantiu que "a prioridade é o mercado nacional e o crescimento de quota em Portugal".

 

No lado internacional serão estudadas operações que garantam que os investimentos preservem os resultados e não sejam fonte de distracção. Miguel Almeida garantiu, ainda, que pretende investimentos que garantam crescimento futuro em receitas e EBITDA e que a empresa possa ter, preferencialmente, o controlo ou o controlo conjunto, com parceiros locais e não sozinhos.

 

(Actualizada às 11h16m)

 




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