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Youtube chega aos 1000 milhões de utilizadores activos por mês

A plataforma de partilha de vídeos online atingiu os 1000 milhões de utilizadores o que poderá ajudar a Google a encontrar uma nova fonte de receitas. “Smartphones”, Internet de banda larga, e “geração C” são alguns dos factores que mais contribuíram para este crescimento.

Youtube faz sete anos com recorde de 72 horas de vídeos por minuto
Rita Dias Baltazar rbaltazar@negocios.pt 21 de Março de 2013 às 18:34
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Se o Youtube fosse um país seria o terceiro maior país do mundo depois da China e da Índia. Esta é uma das comparações que a rede social faz na entrada no seu blogue em que anuncia que atingiu os 1000 milhões de utilizadores activos, por mês.

 

A expansão dos “smartphones”, das ligações à Internet de banda larga e o crescimento exponencial de redes sociais e sítios online que permitem a partilha de vídeos ajudam a explicar o fenómeno, segundo a agência Reuters.

 

Nesta onda crescente de popularidade, o êxito de “Gangman Style” não terá sido uma coincidência, mas antes, mais um impulso para esse crescimento. O vídeo do sul-coreano Psy registou já mais de 1,45 mil milhões de visualizações, lembra a Reuters.

 

A contribuir para o crescimento de utilizadores activos da rede social estará também a “geração C”, como se lê no “post scriptum” da publicação da equipa do Youtube no seu blogue.

 

Da “geração C” fazem parte aqueles que vêem filmes do Youtube através de vários dispositivos electrónicos, de forma constante, que criam e publicam os seus próprios vídeos e criam canais.

 

Esta geração é também aquela que define o que é popular, uma vez que é a que mais partilha, construindo comunidades. O último “C” desta geração vem de curadoria. A busca e agregação dos temas que lhes são importantes é característica fulcral deste grupo.

 

No ano passado, a rede social que passou para as mãos da Google por 1,65 mil milhões de dólares, em 2006, tinha 800 milhões de utilizadores activos por mês. Este marco pode trazer para a Google novas fontes de receitas, através da publicidade.

 

Em Janeiro, noticiou-se que a plataforma poderia começar a cobrar subscrições mensais de alguns canais temáticos, ainda 2013. As receitas serão repartidas entre a rede social e os produtores. O valor das subscrições deverá situar-se entre 1 e 5 dólares por mês.

 

As receitas do YouTube provêm actualmente, em exclusivo, da publicidade. Nos últimos tempos a plataforma tem vindo a tornar-se cada vez mais profissional, de forma a aumentar o número de anúncios. O investimento em publicidade em vídeos terá aumentado 47% para os 2,9 mil milhões de dólares em 2012, segundo a empresa de análise e-Marketer, citada pelo “Financial Times”.

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