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Governo está a avaliar a criação do Banco Postal

O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, confirmou que o Governo pretende lançar o Banco Postal, no âmbito da privatização dos CTT.

Governo encurta reserva aos CTT dos serviços essenciais
Ana Torres Pereira atp@negocios.pt 08 de Maio de 2013 às 12:28
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“Tudo faremos para concluir a venda dos CTT durante este ano”, afirmou Álvaro Santos Pereira, durante a Comissão Parlamentar da Economia e das Obras Públicas.

 

O governante referiu que o Estado “está a avaliar lançar um banco postal”, assegurando que “iremos salvaguardar o serviço público, tudo faremos para que a privatização seja um sucesso”.

 

O modelo de privatização preferencial é o de venda integral, embora o Governo possa optar pela venda parcial se ficar provado que é esta opção que maximiza o valor para o Estado.

 

Os CTT já escolheram os assessores jurídicos para o processo de privatização, que deverá ser lançado em breve.

 

Os correios "seleccionaram os escritórios PLMJ - Sociedade de Advogados, RL e a Abreu & Associados - Sociedade de Advogados como assessores jurídicos da empresa no processo de privatização em curso", adiantou a empresa liderada por Francisco Lacerda em comunicado. "Esta selecção decorreu de uma consulta a oito escritórios de advogados", explicou o mesmo comunicado.

 

Foi há cerca de um mês que o banco liderado por Jorge Tomé desistiu do processo em que pedia 100 milhões aos CTT pelo facto de a sua parceria para o Banco Postal nunca ter visto a luz do dia, como noticiou o Negócios.

 

Foi em Janeiro de 2005 que Horácio Roque e Carlos Horta e Costa, então presidentes, respectivamente, do Banif e dos Correios, fecharam um acordo para o lançamento do segundo Banco Postal, três anos depois do encerramento do primeiro projecto, resultante de uma parceria entre os CTT e a CGD.

 

Na altura, o plano de negócios previa que a instituição financeira viesse a ter um capital social de 35 milhões de euros, 50,1% detido pelo Banif e ficando o restante na mão dos CTT.

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