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Miguel Almeida não vê com optimismo "tom do discurso" político

Os líderes das operadoras de telecomunicações e dos CTT manifestaram algumas preocupações com o contexto económico e do país. E pedem mais apoio ao investimento.

Miguel Baltazar/Negócios
Sara Ribeiro sararibeiro@negocios.pt 29 de Setembro de 2016 às 20:44
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O contexto económico e político de Portugal levanta algumas preocupações aos líderes das operadoras, bem como ao CEO dos CTT. A eventual ameaça de um panorama que ponha em causa o investimento está no topo dos receios.

 

O presidente executivo da Nos, Miguel Almeida, confessou que não vê "com grande optimismo o tom do discurso que tem dominado a política em Portugal, fortemente contra o investimento e com enorme enfoque na distribuição e não na criação de riqueza".

 

Miguel Almeida alerta que "tem de haver iniciativas de apoio ao investimento"  e é necessário haver "perspectiva de estabilidade legislativa". "O Governo tem dado algumas provas de que não está a dar essa estabilidade", acrescentou.

 

Já Francisco de Lacerda, CEO dos CTT, sublinhou que "numa economia que não cresce é muito difícil para uma empresa prosperar. O crescimento é um desafio fundamental e infelizmente as estatísticas mostram que não está a crescer. Todos estamos insatisfeitos", apontou.

 

Paulo Neves também alertou que para haver investimento é preciso haver condições regulatórias e administrativas, enquanto Mário Vaz referiu que "não é pelas telecomunicações que a economia não cresce. E como disse Camões: Este país foi a cabeça da Europa", conclui.

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