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Minuto a minuto: Fusão da PT com Oi avança nos novos termos

A assembleia-geral da Portugal Telecom aprovou os novos termos da fusão com a Oi e que passa pela diminuição da posição dos accionistas da PT na nova Oi. Acompanhe aqui o minuto a minuto dessa assembleia, vista pelo lado de fora.

Bruno Simão/Negócios
Alexandra Machado amachado@negocios.pt 08 de Setembro de 2014 às 16:00
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Os novos termos termos da fusão da PT com a Oi foram aprovados com o voto favorável de 98,25% do capital presente.

 

21h19 - Termina a AG da Portugal Telecom.

 

21h15 - Henrique Granadeiro está a fechar a reunião magna com uma espécie de balanço do seu tempo como presidente da operadora.

 

21h00 - Começou a votação. São precisos dois terços do capital presente.

 

20h41 - Na Assembleia da PT está a decorrer a última intervenção da Mesa. A seguir será a votação.

 

19h51 -  Na reunião, segundo um accionista, nota-se o desacordo dos pequenos accionistas e dos ex-trabalhadores.

 

19h40 - Accionistas querem saber se a Oi sabia da aplicação feita em papel comercial da Rioforte. Segundo relata um accionista, a resposta foi "nim".

 

19h04 - Rafael Mora está a ser o pivot da Portugal Telecom na defesa da proposta da fusão com a brasileira Oi.

 

19h00 - Henrique Granadeiro invoca declarações de Cavaco Silva sobre situação no BES para responder a uma pergunta de um accionista sobre se não tinha conhecimento da situação no GES. 

 

18h50 - Rafael Mota saiu momentaneamente da assembleia geral e voltou a garantir que vão votar a favor da proposta de fusão entre a PT e a Oi, salientando que este foi acordo possível. Garantiu ter tomado conhecimento da aplicação de 900 milhões de euros em papel comercial da Rioforte a 26 Junho pelo Expresso. "Não me sinto refém, sinto-me condicionado com raiva e frustrado." Não disse o que Henrique Granadeiro tem dito para se defender. Segundo um outro accionista, já houve pequenos investidores emocionais na AG.

 

18h18 -  Administração da PT confrontada com o investimento de cerca de 900 milhões de euros em papel comercial da Rioforte. Um dos accionistas saiu da AG dizendo apenas que "está muito mau", referindo-se ao tempo que deverá demorar a reunião. Neste momento há cerca de 15 inscrições de accionistas para falarem. Granadeiro tem respondido individualmente. As duas horas que Menezes Cordeiro previa poder demorar estão praticamente no fim. 

 

O Novo Banco está representado por um advogado interno.

 

17h39 -  Depois da exposição inicial, Henrique Granadeiro abriu o debate entre os accionistas. Antes disso, quem falou pela administração da PT foi Rafael Mora e Paulo Varela.

 

17h45 - O Novo Banco continua sem dizer qual o seu voto. "Não vamos divulgar o sentido de voto", diz ao Negócios fonte oficial, esclarecendo ser gestão interna.

 

16h47 - Está 46% do capital representado na AG.

 

16h36 - Reunião já começou.

 

16h35 - Presidente da mesa da AG autorizou recolha de imagens da sala antes do início dos trabalhos. 

 

16h33 - Toda a gente se questiona quem está a representar o Novo Banco.

 

16h30 -  Muitos pequenos accionistas quiseram marcar presença na AG, onde se vê também muitos advogados.

 

16h27 - Menezes Cordeiro, presidente da mesa assembleia geral de accionistas, entrou na sala, admitindo que a duração da AG possa ser "média". Questionado sobre o que significa "média", respondeu que pode estar terminada dentro de duas horas. 

 

16h26 - Henrique Granadeiro chegou, acompanhado de um segurança.

 

16h24 - Nuno Vasconcellos, da Ongoing, também apareceu na reunião. 

 

16h23 - Shakhaf Wine, Manuel Rosa da Silva e Pedro Leitão, da administração da PT também já se encontram na sala. Falta chegar Henrique Granadeiro.

 

16h20 - Alfredo Baptista e Carlos Duarte, administradores da operadora de telecomunicações, também já entraram.

 

16h15 -  Luís Pacheco Melo chega à reunião sem prestar esclarecimentos.

 

16h10 - Paulo Varela e Rafael Mora chegam juntos e confiantes da aprovação. Paulo Varela, da Visabeira, acredita que é o acordo que melhor defende os interesses da Portugal Telecom, mas a última palavra cabe aos accionistas.

 

16h00 - A entrada, desta vez, faz-se pela porta principal da sede da PT e não pela porta que dá acesso às lojas. Espera-se, afinal, a presença de muitas pessoas, em particular da comunicação social. As outras assembleias-gerais, mais decisivas da PT, foram realizadas no Centro de Congressos de Lisboa. Desta vez optou-se por fazer no Forum Picoas, onde é usual decorrerem as assembleias anuais.

 

A assembleia-geral está marcada para as 16h30 e espera-se a presença de pouco menos do que 50% dos accionistas. O que significa que são necessários 33% para que a proposta única, em discussão, passe.

 

(Notícia actualizada pela última vez às 21h20)

 

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