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Palha da Silva: Pedido de reavaliação da fusão Oi/PT “não tem impacto na vida da Pharol”

O chairman da Pharol, Luís Palha da Silva, garantiu que o pedido de reavaliação da fusão Oi/PT ao regulador brasileiro, a CVM, “não tem rigorosamente impacto nenhum na vida da Pharol”.

Sara Ribeiro sararibeiro@negocios.pt 23 de Setembro de 2015 às 14:17
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O pedido entregue ao regulador brasileiro para reavaliação da fusão Oi/PT pela Polo Capital, accionista da operadora brasileira, "não tem rigorosamente impacto nenhum na vida da Pharol", disse esta quarta-feira, 23 de Setembro, Luís Palha da Silva ao Negócios, à margem da conferência sobre Corporate Governance, organizada pelo Instituto Português de Corporate Governance e a Stanton Chase.

O chairman da Pharol (ex-PT SGPS) preferiu não fazer mais comentários sobre "posições de accionistas de outras empresas, embora tenhamos uma participação", acrescentou.

Na terça-feira o jornal brasileiro Valor Econômico noticiou que a Polo Capital tinha entregue um pedido de reavaliação da fusão entre a Oi e a PT, hoje Pharol, ao regulador do mercado brasileiro (CVM).

A gestora, accionista minoritária da Oi, considera que as renegociações da combinação de negócios no seguimento do incumprimento de 900 milhões da Rioforte "foi um benefício particular para os controladores da Oi, que equacionaram suas dívidas", segundo o jornal brasileiro.

Na base desta queixa está a conversão das acções da nova Oi em uma única classe de títulos, uma das medidas da reorganização societária acordada entre a Oi e a Pharol no âmbito da renegociação da combinação de negócios iniciada em Março deste ano.

De acordo com o jornal brasileiro, a Polo alega que a conversão dos títulos PNs em ONs não será "rigorosamente voluntária" como foi indicado. Se o accionista não aceitar esta conversão, segundo a Polo, "ficará num papel sem liquidez". Além disso, será obrigado a fazê-lo mais à frente, quando a empresa conseguir migrar para o novo mercado, segundo a queixa da Polo citada pelo jornal brasileiro.

Contactada pelo Negócios, fonte oficial da CVM confirmou a recepção da queixa da Polo e esclarece que "o assunto objecto de sua demanda está sendo analisado pela Superintendência de Relações com Empresas, no âmbito do processo CVM nº RJ 2015-4654".

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