Aviação ANA já começou a restringir abastecimento de aviões em Lisboa  

ANA já começou a restringir abastecimento de aviões em Lisboa  

A gestora dos aeroportos nacionais confirma que o ritmo de abastecimento verificado até agora no aeroporto de Lisboa "é insuficiente" e "bastante abaixo do estipulado para serviços mínimos".
ANA já começou a restringir abastecimento de aviões em Lisboa  
Maria João Babo 12 de agosto de 2019 às 17:48

A ANA – Aeroportos de Portugal adianta que até ao momento o abastecimento de combustível ao aeroporto Humberto Delgado está a ser insuficiente, tendo já implementado restrições às aeronaves.

"Pelo que estamos a observar, no Aeroporto Humberto Delgado, o ritmo de abastecimento verificado até agora é insuficiente, em níveis bastante abaixo do estipulado para serviços mínimos", disse ao Negócios fonte oficial da gestora dos aeroportos nacionais, acrescentando que foram "já implementadas restrições à operação, nomeadamente na redução de abastecimento de aeronaves".


Em causa não está neste momento qualquer impacto para os passageiros, tratando-se sim de uma decisão tomada em conjunto entre os stakeholders para informar as companhias aéreas, que decidirão se esse abastecimento será suficiente ou se abastecem o restante noutro local.

Ao Negócios a ANA garantiu ainda que "continuará a acompanhar de forma permanente a situação com o Governo, as empresas petrolíferas, as companhias aéreas e as empresas de handling com vista à minimização do eventual impacte".


A empresa sublinha ainda que "o impacte potencial da greve convocada pelo Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas no abastecimento de combustível nos aeroportos da rede da ANA Aeroportos de Portugal está a ser avaliado de forma contínua".

O primeiro-ministro revelou esta tarde que os serviços mínimos não estavam a ser cumpridos, pelo que o Governo vai reunir-se em Conselho de Ministros eletrónico para avaliar a necessidade de decretar a requisição civil dos motoristas. António Costa citou o abastecimento do aeroporto de Lisboa como um dos serviços mais afetados.

Para a greve que teve início esta segunda-feira, o Governo decretou serviços mínimos de 100% na rede de emergência, aeroportos, portos e fornecimento de medicamentos e bens essenciais a centros de saúde e unidades hospitalares.




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