Aviação CEO da TAP admite que resultado de 2019 "não vai estar no pleno potencial"

CEO da TAP admite que resultado de 2019 "não vai estar no pleno potencial"

Antonoaldo Neves admite que 2019 é ano de transição para a companhia aérea, com a chegada de novos aviões e a formação de pilotos, mas acredita que os resultados serão melhores que em 2018.
Maria João Babo 18 de julho de 2019 às 18:24

O presidente executivo da TAP, Antonoaldo Neves, reforçou esta quinta-feira no Parlamento que 2019 é ainda "um ano de transição" para a companhia aérea, frisando que o resultado "não vai estar no pleno potencial".

 

As razões apresentadas pelo responsável prendem-se não só com o número de pilotos que estão ainda a ser formados - 150 – mas também com os novos aviões, cujo processo de registo tem demorado cerca de um mês.   

Na Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, Antonoaldo Neves salientou que no acumulado do ano a TAP regista até agora 0,5% de voos cancelados, lembrando que na greve de zelo que teve lugar em março e abril do ano passado os voos cancelados chegaram a 5%.

 

"Estamos com uma regularidade de 99,5%, que é acima da média global", afirmou, acrescentando que 2019 é "ano de preparação para crescimento do ano que vem". Ainda assim, garantiu que a expectativa é que este ano seja "muito melhor do que o ano passado", quando a empresa apresentou prejuízos de 118 milhões.

 

Antonoaldo Neves disse ainda aos deputados que o plano estratégico da companhia "não está comprometido".

 

O responsável salientou que este ano a TAP pagou mais de 60 milhões de euros da dívida garantida pelo Estado.




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