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CEO do IAG: "Não podemos esquecer o que aconteceu" com o avião da Malásia Airlines

O avião que fazia o voo MH 370, da Malásia Airlines, desapareceu nos céus em Março. A indústria admite que nem o avião, nem as pessoas podem ser esquecidas.

Bloomberg
Ana Torres Pereira atp@negocios.pt 02 de Junho de 2014 às 18:14
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O aparelho Boeing 777-200 da Malásia Airlines, que fazia a ligação entre Kuala Lumpur e Pequim e transportava 239 pessoas, está dado como desaparecido desde 8 de Março.

 

Durante a assembleia Geral da associação internacional do transporte aéreo (IATA), alguns dos CEOS admitem que a organização tem que fazer algo.

 

Willie Walsh,  CEO da empresa que une a British airways e a Ibéria, admite que as suas companhias estão a fazer muito." Nós já estamos a fazer muito, enviamos mensagens em cada 30 minutos. O que a indústria tem fazer é manter-se cuidadosa, porque não pode estar alerta para tudo o que se passa".

 

A IATA está a tentar desenvolver uma solução que sirva a indústria de forma transversal. Porque "a tecnologia existe, é só usá-la", referiu David Barger, CEO da Jetblue.

 

Quanto aos custos de implementação, Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways, admitiu que o dinheiro não é problema. "Claro que vamos gastar, não há custo que valha uma vida humana", sublinhou.

 

Já Andreas Conesa, CEO da Aeromexico, foi mais prudente dizendo:" Não podemos criar pânico, temos que encontrar uma solução que faça sentido para todos e que seja financeiramente viável".

 

"Não nos podemos esquecer do avião, nem das pessoas do avião, isto é uma tragédia e ninguém antecipava isto", concluiu Willie Walsh.

 

 Jornalista em Doha a convite da IATA

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