Aviação Costa diz que Estado vai poder intervir na manutenção de base da TAP no Porto

Costa diz que Estado vai poder intervir na manutenção de base da TAP no Porto

O primeiro-ministro reiterou que a intervenção do Estado na TAP se vai fazer "ao nível estratégico" e não em termos de gestão quotidiana, mas sublinhou haver margem para intervir sobre a manutenção de uma base no Porto.
Costa diz que Estado vai poder intervir na manutenção de base da TAP no Porto
Bruno Simão
Lusa 06 de fevereiro de 2016 às 20:29

Questionado por um dos presentes na sessão de esclarecimento organizada pelo Partido Socialista (PS) que hoje decorreu no Porto sobre o Orçamento do Estado 2016, António Costa lembrou que "o Estado vai ter uma intervenção ao nível estratégico e não ao nível da gestão do dia-a-dia da empresa".

 

"Mas no nível estratégico colocam-se quer a fixação dos ‘hubs’ quer a fixação de algumas rotas estratégicas quer a manutenção no Porto de uma base aeroportuária activa e que favoreça toda a região", declarou o primeiro-ministro.

 

O Governo de António Costa vai pagar 1,9 milhões de euros para o Estado ficar com 50% da TAP (em vez de 34%), resultado das negociações com o consórcio Gateway, que tinha 61% do capital da companhia e que agora fica com 45%, podendo chegar aos 50%, com a aquisição do capital à disposição dos trabalhadores.

 

A Associação Comercial do Porto criticou hoje o acordo anunciado pelo Governo para a reversão da privatização da TAP por representar uma "parceria público-privada" de consequências "preocupantes" para o Norte e para o país.

 

Por seu lado, a Associação Empresarial de Portugal (AEP) considerou que a alteração do contracto da TAP promovida pelo executivo de António Costa é uma decisão "corajosa mas arriscada", e pede ao Governo que valorize Aeroporto Francisco Sá Carneiro.




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