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Fernando Pinto: "Tenho obrigação de ajudar na transição" da TAP

O presidente da TAP, Fernando Pinto, considera que tem a "obrigação de ajudar na transição" da companhia aérea para o futuro dono, no âmbito da privatização, deixando, depois, a sua continuação à frente da empresa em aberto.

Lusa 12 de Novembro de 2012 às 20:05
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Em declarações à Lusa, o presidente da TAP disse que tem "obrigação de ajudar" no processo de transição da companhia aérea, actualmente detida pelo Estado português, admitindo que esta fase "pode levar meses".

"Continuo a dizer que quero estar na privatização e para a transição e depois vamos ver. Não penso a essa distância tão grande", afirmou Fernando Pinto, à margem do lançamento do livro "Portugal vale a pena", em Lisboa, quando questionado se admite continuar depois da empresa passar a ser gerida por privados.

"Isso é uma pergunta que não depende só de mim. Depende de muita coisa: do que vai acontecer depois. Depende de ele [novo accionista] querer e de eu querer também", declarou. O gestor admitiu, no entanto, sentir-se bem em Portugal.

"Gosto de Portugal. Dou-me bem em Portugal, a minha família também gosta de cá estar e eu gosto da TAP", reiterando apenas que "é muito bom que [o processo de transição] seja feito por quem conhece" a empresa.

A 7 de Novembro, o Jornal de Negócios noticiou que o empresário colombiano Efromovich - único candidato à compra da TAP - pretende manter o gestor brasileiro à frente da companhia, caso vença a operação de privatização.

O potencial comprador da TAP tem que apresentar uma proposta vinculativa para aquisição da transportadora aérea até às 12:00 de 7 de Dezembro.

O potencial investidor identificado pelo Governo, e admitido "ao momento subsequente do processo de venda directa", segundo o Governo, é o grupo brasileiro Synergy Aerospace, do empresário colombiano-brasileiro Gérman Efromovitch.

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