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Governo tem recebido interesse não europeu na TAP

O Governo já recebeu manifestações formais de interesse na TAP, essencialmente de grupos não europeus, que têm questionado o Executivo acerca do calendário e do modelo do processo de venda da companhia que está previsto ser relançado até final do ano, sabe o Negócios.

Maria João Babo mbabo@negocios.pt 30 de Maio de 2013 às 23:28
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Entre os interessados está German Efromovich, o presidente do Synergy Group, único a ter apresentado uma proposta para adquirir a empresa de bandeira, no ano passado. Como o Negócios já havia noticiado, o empresário está à espera de um sinal do governo português para voltar a pensar em “atacar” uma eventual privatização da companhia aérea portuguesa.

 

Uma das preocupações dos potenciais interessados, que se incluirão também grupos europeus, é a impossibilidade da Manutenção Brasil ficar dentro da TAP. O Governo tem deixado a porta aberta para alterar o perimetro de venda da TAP, após ter concretizado uma tentativa de venda de 100% da TAP SGPS. Tudo indica que quando relançar o processo, o Governo irá alienar apenas a TAP SA, ou seja, a “holding” que inclui a companhia aérea, deixando de fora as restantes subsidiárias, nomeadamente a Manutenção Brasil.

 

Os consultores do Governo têm estado a avaliar a forma de relançar o processo, numa altura em que estarão a ser sentidas melhorias no mercado do ponto de vista dos grupos não europeus. Sérgio Monteiro, secretário de Estado dos Transportes, já afirmou publicamento a sua intenção de tentar relançar a venda da TAP até ao final do ano.

 

O Governo tentou vender a TAP, em 2012, altura em que apenas a Synergy Aerospace apresentou uma proposta. No final do ano, o Executivo disse não haver condições para a venda, uma vez que Germán Efromovich não teria apresentado todas as garantias bancárias necessárias para a conclusão da compra.

O Governo já recebeu manifestações formais de interesse na TAP, essencialmente de grupos não europeus, que têm questionado o Executivo acerca do calendário e do modelo do processo de venda da companhia que está previsto ser relançado até final do ano, sabe o Negócios.

 

Entre os interessados está Gernan Efromovich, o presidente do Synergy Group, único a ter apresentado uma proposta para adquirir a empresa de bandeira, no ano passado. Como o Negócios já havia noticiado, o empresário está à espera de um sinal do governo português para voltar a pensar em "atacar" uma eventual privatização da companhia aérea portuguesa.

 

Uma das preocupações dos potenciais interessados, que se incluirão também grupos europeus, é a impossibilidade da Manutenção Brasil ficar dentro da TAP. O Governo tem deixado a porta aberta para alterar o perimetro de venda da TAP, após ter concretizado uma tentativa de venda de 100% da TAP SGPS. Tudo indica que quando relançar o processo, o Governo irá alienar apenas a TAP SA, ou seja, a holding que inclui a companhia aérea, deixando de fora as restantes subsidiárias, nomeadamente a Manutenção Brasil.

 

Os consultores do Governo têm estado a avaliar a forma de relançar o processo, numa altura em que estarão a ser sentidas melhorias no mercado do ponto de vista dos grupos não europeus. Sérgio Monteiro, secretário de Estado dos Transportes, já afirmou publicamento a sua intenção de tentar relançar a venda da TAP até ao final do ano.

 

O Governo tentou vender a TAP, em 2012, altura em que apenas a Synergy Aerospace apresentou uma proposta. No final do ano, o Executivo disse não haver condições para a venda, uma vez que Germán Efromovich não teria apresentado todas as garantias bancárias necessárias para a conclusão da compra.

 

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