Aviação Passageiros aéreos podem duplicar em 20 anos, prevê IATA

Passageiros aéreos podem duplicar em 20 anos, prevê IATA

A Associação Internacional de Transporte Aéreo prevê que o número de passageiros atinja os 8,2 mil milhões em 2037 e que a China destrone os Estados Unidos como o maior mercado mundial da aviação.
Passageiros aéreos podem duplicar em 20 anos, prevê IATA
Bloomberg
Negócios 24 de outubro de 2018 às 17:03

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, na sigla em inglês) avançou esta quarta-feira que as actuais tendências no transporte aéreo sugerem que o número de passageiros pode duplicar para 8,2 mil milhões em 2037.

As previsões da IATA a 20 anos mostram que uma mudança do centro de gravidade da indústria da aviação "está por trás do forte crescimento continuado". "Nas próximas duas décadas, a previsão é para uma taxa de crescimento anual composta de 3,5%, levando a uma duplicação do número de passageiros face aos actuais níveis", refere em comunicado.


A associação avisa, contudo, que "as previsões de crescimento do transporte aéreo, e os benefícios económicos gerados pela aviação, podem ser restringidos se os governos implementarem medidas proteccionistas".

Segundo a IATA, uma duplicação de passageiros aéreos nos próximos 20 anos pode apoiar um total de 100 milhões de empregos em termos globais.


As previsões para as próximas duas décadas revelam ainda que a região da Ásia-Pacífico vai protagonizar o maior crescimento, com mais de metade do número total de novos passageiros proveniente destes mercados. Crescimento económico, melhoria dos rendimentos das famílias e evolução demográfica justificam o crescimento neste mercado.

A análise da IATA aponta ainda para que a China destrone os Estados Unidos como o maior mercado mundial da aviação (definido como o tráfego para, de e dentro do país) em meados da década de 2020. A Índia ocupará o terceiro lugar depois dos EUA, superando o Reino Unido por volta de 2024. Para a Indonésia está prevista uma subida desde a 10.º posição em 2017 até à 4.ª em 2030. E a Tailândia deverá entrar no top 10 em 2030, substituindo Itália que sai do ranking.




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