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UGT: “Tem que haver mais tempo de negociação” para a desconvocação da greve da TAP

O presidente da UGT, Carlos Silva, disse que poderá ainda haver a possibilidade da desconvocação da greve da TAP, desde que haja bom senso de ambas as partes.

Miguel Baltazar/Negócios
Ana Torres Pereira atp@negocios.pt 16 de Dezembro de 2014 às 16:39
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Carlos Silva, presidente da UGT, admitiu que os 11 sindicatos que compõem a plataforma que representa os trabalhadores da TAP poderão analisar a desconvocação da greve, mas para isso o Governo tem que estar disponível para negociar.

 

"O Governo tem que aceitar suspender a privatização e dar mais tempo para negociar", defendeu o presidente da UGT.

 

Para este responsável "tem que haver bom senso e não só por parte dos trabalhadores", recordando que a classe trabalhadora tem sido "fustigada com medidas de austeridade" e desta forma para haver recuo tem que "haver tempo para o diálogo".

 

A plataforma de sindicatos da TAP, à excepção do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil, entregaram um memorando em que o primeiro ponto exige a suspensão da privatização, para aceitarem o cancelamento dos quatro dias de greve agendados para o período de 27 a 30 de Dezembro.

 

O Governo, pela voz do secretário de Estado dos Transportes, já fez saber que está disponível para conversar e constituir um grupo de trabalho, desde que a greve seja desconvocada. No entanto é irredutível quanto à realização da privatização da companhia aérea.

 

A TAP tem 120 mil reservas previstas para os quatro dias da greve, das quais 5 mil já foram colocadas noutras datas, ou os passageiros já pediram reembolsos, como noticiou o Negócios. 

 

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