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Aeroporto de Bruxelas encerrado pelo menos até esta quinta-feira

As avaliações das reparações temporárias prosseguem, pelo menos, até à tarde desta quinta-feira, pelo que o aeroporto se manterá encerrado. O objectivo no curto prazo é conseguir que parte dos serviços aeroportuários sejam retomados. O funcionamento em pleno levará meses.

Reuters
Inês F. Alves inesalves@negocios.pt 31 de Março de 2016 às 10:45
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O aeroporto de Zaventem (também denominado aeroporto de Bruxelas) vai continuar encerrado, informou a empresa através do Twitter, acrescentando que estão em curso as avaliações das estruturas temporárias montadas com o objectivo de retomar parte dos serviços aeroportuários.


Os ataques terroristas de 22 de Março danificaram a zona de check-in do aeroporto, partiram janelas e fizeram cair boa parte do tecto.  As avaliações em curso estão a ser conduzidas pela polícia, por outras agências de segurança e por oficiais do Governo belga, informou Nathalie Van Impe, porta-voz do aeroporto à Bloomberg.


Com a reabertura parcial dos serviços, o aeroporto terá capacidade para servir 800 passageiros por hora, face aos cinco mil passageiros por hora em situações normais. O regresso à pela capacidade normal "provavelmente demorará meses", adiantou o CEO do aeroporto, Arnaud Feist, em entrevista ao jornal L’Echo.


O primeiro teste às instalações foi realizado esta terça-feira, 29 de Março, com recurso a 800 funcionários do aeroporto de Bruxelas.

Enquanto isso, as autoridades continuam à procura de um terceiro suspeito do ataque terrorista ao aeroporto. Trata-se de um homem de chapéu e casaco branco que aparece nas imagens do circuito interno de televisão (CCTV) junto aos bombistas suicidas.

O atentado no aeroporto de Zaventem a 22 de Março teve lugar às 7:00 locais, e foi seguido de um segundo ataque no metropolitano, nomeadamente na estação de Maelbeek. Os atentados provocaram 32 vítimas mortais e mais de 300 feridos, 92 dos quais continuam hospitalizados. Os números foram actualizados pela ministra da Saúde Maggie De Block na passada terça-feira, uma semana depois dos atentados.

 

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