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António Ramalho: “Objectivo para as PPP no orçamento das famílias foi atingido”

Presidente da Estadas de Portugal sublinhou no Parlamento que em 2013 o contribuinte só pagará 251 milhões de euros, que foi o acréscimo de endividamento da empresa.

Miguel Baltazar/Negócios
Maria João Babo mbabo@negocios.pt 22 de Janeiro de 2014 às 12:03
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António Ramalho lembrou que a partir de 2014 as subconcessões representarão um custo adicional de 700 milhões por ano e considerou fundamental reduzir esse défice para os 300 a 400 milhões

 

O presidente da Estradas de Portugal (EP), António Ramalho, sublinhou esta quarta-feira na comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas que, nas PPP, em 2013, “o objectivo de redução de 300 milhões de euros no orçamento das famílias foi atingido”.

 

“Os  portugueses que tinham expectativa de redução de 300 milhões, que foi atingida”, afirmou o responsável, lembrando que o orçamento da empresa previa um acréscimo de dívida de 329 milhões de euros, que o rectificativo reduziu para 276,6 milhões, tendo acabado pro ficar nos 251,5 milhões.  Uma redução, segundo António Ramalho, de 320 milhões de euros.

 

“O contribuinte vai pagar 251 milhões, que foi o acréscimo de endividamento da EP”, assinalou, garantindo que 2013 “é o melhor ano de todos e não vai haver outro”.

 

O responsável sublinhou que as negociações em curso irão gerar poupanças globais da ordem dos 7,4 a 7,5 mil milhões de euros. Um valor que considera não ser suficiente, tendo em conta que “o défice estruturante da EP é de 18 mil milhões”.

 

Lembrando que a partir de 2014 as subconcessões vão impor à empresa um custo adicional de 700 milhões por ano, António Ramalho salientou ser “fundamental reduzir ainda esse montante para um défice anual na ordem dos 300 a 400 milhões”, que assegurasse a sustentabilidade da empresa.

 

O presidente da EP lembrou que as alterações aos contratos dependem ainda da aprovação das instituições financeiras e do Tribunal de Contas.

 

“Estamos a falar da negociação de 16 contratos, em que cada um deles tem 500 artigos, 26 anexos e 700 páginas, o que dá 11.200 páginas, é esforço incalculável para atingir o objectivo”, afirmou

 

 

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