Transportes Carris revê acordo de empresa ao fim de 20 anos  

Carris revê acordo de empresa ao fim de 20 anos  

A empresa de transporte público acaba com algumas carreiras, como a de barbeiro e funileiro, e cria uma carreira aberta, que permite aos trabalhadores em topo de carreira evoluir de quatro em quatro anos.
Carris revê acordo de empresa ao fim de 20 anos   
Maria João Babo 11 de dezembro de 2019 às 17:35

A Carris fecha esta quarta-feira com todos os sindicatos um acordo histórico, completando a revisão do Acordo de Empresa, o que não acontecia há 20 anos, disse ao Negócios fonte oficial da Câmara de Lisboa.

 

A empresa agora detida pela autarquia vai assinar a revisão parcial do Acordo de Empresa, revisto em 2018, com as associações sindicais SITRA, SNM, ASPTC e SITESE, e a revisão global do Acordo de Empresa com a FECTRANS.

 

A Carris, onde ainda existiam as categorias de barbeiro e funileiro, irá agora extinguir algumas carreiras, e acrescentar outras novas, assim como atualizar os conteúdos funcionais decorrentes da alteração e modernização de parte das funções desempenhadas pelos colaboradores.

 

A revisão parcial em 2018 tinha atualizado os textos do documento, mas não tinha procedido à atualização e revisão das carreiras.

 

Segundo a mesma fonte, o número de carreiras profissionais reduziu de 10 para 8, tendo ainda sido introduzido, pela primeira vez, o princípio da carreira aberta. Esta abre a possibilidade aos trabalhadores em topo de carreira de poderem evoluir de quatro em quatro anos, mediante avaliação superior a Bom, que se reflete num acréscimo remuneratório de um terço do diferencial entre o nível em que se encontram e o imediatamente superior.

 

Para permitir a passagem do elevado número de trabalhadores ao nível acima, que irá ocorrer de forma faseada entre 2020 e 2022, foi criado um regime transitório.




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